Abstract
Objective: To analyze the infant leukemia mortality rates in the state of São Paulo, relating age group, gender and color/race from January 2017 to May 2022. Methods: A survey of descriptive studies of leukemia cases was carried out. registered in the Notifiable Diseases Information System (SINAN), dating from January 1, 2017 to May 31, 2022 with hospital morbidity rates in the Unified Health System (SUS) considering the State of São Paulo, listing the range age, sex and color/race. Results: The age of 10 to 14 years old obtained 26,092,926 cases, being the highest index. Males had the highest death rate, with 57,034,476 cases and females had 39,853,878 cases. The white race had 59,409,052 deaths, being the race with the highest rate in the study, while the indigenous race had 114,984 cases, having the lowest rate. Conclusion: It is critical that recommendations are more stringent in the reporting process for all categories of leukemia-related cases. It is also important to develop actions and policies to strengthen and expand all aspects of the utilization of health services of all types, and to better provide assistance to combat and control this complex disease.
References
BALBINO MR. Mortalidade de crianças e adolescentes por leucemia no Brasil de 1996 A 2015. Centro Uni de Brasília, 2018.
BÉNÉ MC, et al. Immunophenotyping of acute leukemia and lymphoproliferative disorders: a consensus proposal of the European LeukemiaNet Work Package 10. Leukemia, 2011; 25(4): 567-74.
BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Câncer na criança e no adolescente no Brasil. Dados dos registros de base populacional e de mortalidade. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Câncer, 2008. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cancer_crianca_adolescente_brasil.pdf. Acessado em: 20 de julho de 2022.
BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Diagnóstico precoce do câncer na criança e no adolescente. Rio de Janeiro: Inca, 2014;2. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/diagnostico-precoce-na-crianca-e-no-adolescente.pdf. Acesso em: 13 de julho de 2022.
BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2020: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2019. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//estimativa-2020-incidencia-de-cancer-no-brasil.pdf. Acessado em: 16 de julho de 2022.
BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Perfil da assistência oncológica no Brasil, de 2007 a 2011. Informativo Vigilância do Câncer, 2015;6. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/informativo-vigilancia-do-cancer-n6-2015.pdf. Acessado em: 17 de julho de 2022.
BRASIL. Sociedade Brasileira de Pediatria. Leucemias na infância. Departamento Científico de Oncologia. 2022. Disponível em: https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/doencas/leucemias-na-infancia/. Acessado em: 15 de julho de 2022.
BRATEIBACH V, et al. Sintomas de pacientes em tratamento oncológico. Rev Cien Saude, 2013; 6(2): 102-9.
CAVALCANTE MS, et al. Leucemia linfoide aguda e seus principais conceitos. Rev Cient Facul Edu Meio Ambiente, 2017; 8(2): 151-64.
COSTA FILHO RC, et al. Como implementar cuidados paliativos de qualidade na Unidade de Terapia Intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 2008; 20: 88-92.
COUTO AC, et al. Trends in childhood leukemia mortality over a 25-year period. Jornal de Pediatria, 2010; 86(5): 405-410.
DIAS PP, et al. Mortalidade infantil por leucemia linfóide nas regiões do Brasil. Revista Brasileira de Inovação Tecnológica em Saúde, 2016; 6(1).
FERREIRA G, et al. Características dos Pacientes com Leucemia Infantil no Âmbito Hospitalar e a Contribuição da Fisioterapia: um Estudo Retrospectivo. Rev Bras de Cancerologia, 2021; 67(1): e-141177.
GIL AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
GUARDABASSIO EV. As dimensões da sustentabilidade na orientação das políticas públicas de resíduos sólidos urbanos: estudo na região metropolitana de São Paulo. Tese (Doutorado em Administração) - São Caetano do Sul: Universidade Municipal de São Caetano do Sul, 2019.
GUIMARÃES CA e ENUMO SRF. Impacto familiar nas diferentes fases da leucemia infantil. Psicol. teor. Prat, 2015; 17(3).
HAZIN I, et al. Neuropsicologia e oncologia pediátrica: um diálogo em emergência. Interação Psicol, 2014; 18(3): 353-3.
HUTTER JJ. Childhood leukemia. Pediatr Rev, 2010; 31(6): 234-41.
LEANDER C, et al. Impact of an education program on late diagnosis of retinoblastoma in Honduras. Pediatric Blood & Cancer, 2007; 49(6): 817-819.
MAGALHÃES IQ, et al. A oncologia pediátrica no Brasil: por que há poucos avanços? Revista Brasileira de Cancerologia, 2016; 62(4): 337-341.
NUNES AFS. Câncer infanto-juvenil: análise do perfil epidemiológico de crianças e adolescentes diagnosticados com leucemia, tratados em centros oncológicos de Natal-RN. Monografia (Saúde coletiva). Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, 2021.
SÃO PAULO. Fundação Oncocentro de São Paulo (FOSP). São Paulo: Fundação Oncocentro de São Paulo, 2008. Disponível em: http://www.fosp.saude.sp.gov.br/. Acessado em: 10 de julho de 2022.
SPIRONELLO RA, et al. Mortalidade infantil por câncer no Brasil. Saúde e Pesqui, 2020; 13(1): 115-122.
SWEDDLOW SH, et al. WHO Classification of tumours of haematopoietic and lymphoid tissues. 4th. ed. Lyon: Iarc; 2017.
WOLFE J e SOURKES B. Palliative care for the child with advanced cancer. Principles and practice of pediatric oncology. Philadelphia: Lippincott Williams and Wilkins, 2006; 5.
