Abstract
Objetivo: Esse artigo objetivou distinguir as políticas públicas que podem ser adotadas em prol dos remanescentes de quilombo em consonância com o ambiente escolar, para contribuir com a autoafirmação dos alunos quilombolas. Revisão Bibliográfica: As comunidades quilombolas entraram em pauta na década de 70, porém as escolas quilombolas só foram regulamentadas com a criação de Diretrizes Curriculares Nacionais específicas em 2012, nesse sentido, a educação é de fundamental importância, permitindo que os sujeitos conheçam suas raízes e a educação priorize a identidade dos alunos e oferte uma educação de qualidade, desenvolvendo projetos que possam granjear investimentos para melhorar a educação de comunidades remanescentes. Considerações finais: Como se trata de comunidades que estão em constantes lutas, em uma sociedade ativa em transformação histórica e cultural, que se dá com o passar dos anos, existe a demanda constante por entender o contexto, manter as tradições e batalhas por direitos individuais e coletivos dessas comunidades.
