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DIFERENÇA DA MOBILIDADE FUNCIONAL ENTRE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E IDOSOS DA COMUNIDADE: ESTUDO TRANVERSAL
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Idosos
Limitação da mobilidade
Instituição de longa permanência
Estudo observacional

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Abstract

Introdução: Com o avanço da idade entre as populações idosas, existe a deterioração da mobilidade funcional e do desempenho nas atividades diárias que são determinados pelas integrações de diversas habilidades físicas. Objetivo: Analisar a diferença de mobilidade funcional entre idosos institucionalizados e idosos da comunidade e a associação entre características sociodemográficas com o desempenho no teste em ambos cenários terapêuticos. Métodos: Trata-se de uma pesquisa observacional de corte transversal, com amostra de 5 idosos residentes em uma instituição de longa permanência (ILP) e 5 da comunidade, em uma cidade do interior de Minas Gerais. A análise das variáveis foi realizada de forma descritiva por média, desvio padrão, freqüência absoluta e relativa (porcentagem). Resultados: Com a realização do teste Timed up and go observou-se declínio da mobilidade funcional principalmente dos residentes em ILP com média de idade 80,6±7,89 anos e portadores de hipertensão arterial sistêmica, associada a polifarmácia, sexo feminino mais prevalente. Conclusão: O estudo mostrou diferença significativa na mobilidade funcional dos idosos, sendo os da comunidade tendo melhor mobilidade e tempo despendido pra a realização do TUG. Dentre as variáveis analisadas nesse estudo, identificamos que o sexo, HAS e a polifarmácia possuem influencia direita no tempo de realização do TUG.

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