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Relação entre intubação orotraqueal prolongada e a ocorrência de estenose de traqueia
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Palavras-chave

Cirurgia torácica
Estenose traqueal
Traqueostomia

Como Citar

Relação entre intubação orotraqueal prolongada e a ocorrência de estenose de traqueia. (2025). Revista Eletrônica Acervo Científico, 25, e21474. https://doi.org/10.25248/reac.e21474.2025

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Resumo

Objetivo: Analisar a relação entre a intubação orotraqueal (IOT) prolongada e a ocorrência de estenose traqueal, descrever o perfil dos pacientes acometidos e identificar o tempo mínimo para o início do processo estenosante. Métodos: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura nas bases LILACS, PubMed e MEDLINE, com filtro para publicações dos últimos 15 anos. Utilizaram-se os descritores "estenose de traqueia", "intubação orotraqueal" e "cirurgia torácica", em português e inglês. Após triagem e critérios de inclusão, foram selecionados 15 artigos dentre os 37 inicialmente encontrados. Resultados: Os dados analisados apontam que não há um número exato de dias de IOT para o surgimento da estenose, mas lesões à mucosa podem iniciar-se a partir de 48 horas, com pior prognóstico em casos acima de 14 dias. Fatores como lesões durante a laringoscopia e a pressão elevada do cuff contribuem para isquemia da parede traqueal, agravando o processo inflamatório e favorecendo a estenose. Considerações finais: O tempo de intubação é fator crítico, mas não exclusivo, na gênese da estenose traqueal. Estratégias de prevenção e diagnóstico precoce são essenciais para reduzir complicações e a necessidade de intervenções cirúrgicas.

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