Resumen
Objetivo: Describir la ocurrencia y los impactos de la microcefalia asociada al virus del Zika en el estado de Paraíba. Métodos: Se trata de un estudio documental, cuantitativo y descriptivo, basado en datos secundarios obtenidos del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud (DATASUS) y de la Secretaría Estatal de Salud de Paraíba (SES-PB). Se analizaron las notificaciones de casos confirmados registradas en el Sistema de Información de Enfermedades de Notificación (SINAN), entre los años 2015 y 2025, además de los datos de microcefalia de 2015 a 2023. Resultados: En 2016 se observó un pico endémico con 4.174 casos del virus del Zika, mostrando una fuerte correlación con la microcefalia, totalizando 14.184 casos del virus del Zika en Paraíba y 227 casos de microcefalia registrados en el estado, con un aumento durante los años 2015 y 2016. Posteriormente, se produjo una disminución significativa de las notificaciones, atribuida al control vectorial, al aumento de la inmunidad poblacional y al fortalecimiento de la vigilancia epidemiológica. Conclusión: Se concluye que, a pesar de la reducción de los casos, los impactos clínicos y sociales de la epidemia de Zika y microcefalia exigen una vigilancia continua y políticas públicas integradas de apoyo a las familias y prevención de nuevos brotes.
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