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Tendências da mortalidade prematura por doenças crônicas no Brasil: uma análise do painel de monitoramento entre 2018 e 2024
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Palavras-chave

Morte prematura
Política de saúde
Prevenção primária

Como Citar

Tendências da mortalidade prematura por doenças crônicas no Brasil: uma análise do painel de monitoramento entre 2018 e 2024. (2026). Revista Eletrônica Acervo Científico, 26, e22525. https://doi.org/10.25248/reac.e22525.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar as tendências da mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) entre 2018 e 2024. Métodos: Trata-se de estudo documental, de natureza quantitativa e retrospectiva, utilizando dados secundários obtidos pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), realizado entre julho e outubro de 2025. Resultados: Os dados indicam que a mortalidade prematura aumentou gradualmente até 2022, com leve redução em 2024, com queda de 5,4% em relação a 2022, sugerindo retomada da tendência de redução após o contexto pandêmico. Entre as regiões do país, o Sudeste apresenta os maiores valores de mortalidade, mas os estudos indicam presença de subnotificação em outras regiões. Entre as principais doenças, as neoplasias e doenças do aparelho circulatório são as que causam mais óbitos. Considerando o sexo, os homens têm mais fatores de risco que as mulheres, elevando a mortalidade nesse grupo. Conclusão: Conclui-se que as desigualdades regionais permanecem evidentes, o que reforça a necessidade de aprimorar os sistemas de informação e vigilância e fortalecer a Atenção Primária, a fim de promover o controle efetivo das DCNT. Como limitações do trabalho, a subnotificação é considerável.

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