Resumo
Objetivo: Identificar se a origem da estenose laringotraqueal pós-intubação (PILS) é uma complicação direta da covid-19 ou se acontece em pacientes em eventos isolados/raros. Revisão bibliográfica: Os resultados apresentados na literatura demonstram que existe a associação direta da PILS em pacientes com COVID-19, principalmente naqueles que ficam um longo período em intubação orotraqueal (IOT) e nos que possuem alguma comorbidade prévia, como Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes, Asma ou alguma outra síndrome respiratória. Considerações finais: Este estudo demonstrou que a estenose de traqueia pós-intubação é uma complicação menos comum, mas que ocorre, em pacientes com COVID-19, principalmente nos susceptíveis e que ficam mais de 3 semanas em ventilação mecânica. Além disso, um bom trabalho em equipe nas unidades de terapia intensiva (UTIs), entre os clínicos gerais, médicos de pronto-socorro e outros profissionais médicos é fundamental para direcionar esses pacientes aos cuidados de um centro terciário com experiência adequada no campo da cirurgia das vias aéreas, melhorando o prognóstico do paciente.
