Google Scholar | Citations: 1937 | h-index: 18 | i10-index: 52
Health situation of the elderly in Brazil
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Access
Brazil
Elderly
Paradoxes
Health

How to Cite

Health situation of the elderly in Brazil. (2024). Revista Eletrônica Acervo Científico, 47, e16414. https://doi.org/10.25248/reac.e16414.2024

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To highlight the situation of elderly health in Brazil, showing its conflicts and drawing attention to the need to seek solutions to the paradoxes of elderly health. Bibliografic review: Brazil today is undergoing progressive changes as the population ages. However, these changes are not accompanied by government actions capable of meeting the demand that is being created by the new population situation. Thus, there is an increase in the prevalence of chronic diseases, especially as a result of this ageing population, and a lack of adequate investment to meet the present and future demands of this sector. As well as the problem of accessibility to the SUS, listing deficient physical and socio-cultural aspects, which prevent the elderly from fully exercising their rights as citizens. And finally, the ineffective oversight of government agencies related to health plans, which act unconstitutionally towards elderly consumers and are not adequately punished. Final considerations: Population ageing is a growing challenge in Brazil. There are public health problems that are well known, but still neglected, and which need to be resolved as a matter of urgency.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

AMARAL FLJS, et al. Fatores associados com a dificuldade no acesso de idosos com deficiência aos serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 2012; 17(11): 2991-3001.

BIERHALS CCBK, et al. Qualidade de vida de cuidadores de idosos sobreviventes de AVC no sul do Brasil: ensaio clínico randomizado. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2023; 31: 1-16.

BRASIL. Estatuto do idoso: lei federal n° 10.741. 2003. Disponível em: https ://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm. Acessado em: 23 de outubro de 2023.

DA SILVA TG, et al. Acessibilidade e Inclusão Social De Idosos Dependentes Sob O Olhar Do Cuidador Familiar. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 2017; 22(1): 129-144.

FIGUEIREDO AEB, et al. Doenças crônicas não transmissíveis e suas implicações na vida de idosos dependentes. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 22(1): 77-88.

FRANCISCO PMSB, et al. Prevalência de doenças crônicas em octogenários: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27(7): 2655-2665.

IBGE. 2023. In: Censo 2022: número de pessoas com 65 anos ou mais de idade cresceu 57,4% em 12 anos. Agência de Notícias. Disponível em: . Acessado em: 25 de outubro de 2023.

MANSO MEG. Envelhecimento, saúde do idoso e o setor de planos de saúde no Brasil. Revista Kairós-Gerontologia, 2017; 20(4): 135–151.

MENDES EV. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. 1ª edição. Organização Pan-Americana da Saúde – Representação Brasil, 2012; 512.

MENDONÇA JMB, et al. O sentido do envelhecer para o idoso dependente. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26(1): 57-65.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Relatório Anual de Ações do Departamento de Promoção da Saúde 2020. 2023. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relatorio_anual_acoes_promocao_saude.pdf. Acessado em: 20 de outubro de 2023.

NUNES DP, et al. Padrão do desempenho nas atividades de vida diária em idosos no município de São Paulo, nos anos 2000, 2006 e 2010. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2019; 21(2): 1-15.

OLIVEIRA AS. Transição demográfica, transição epidemiológica e envelhecimento populacional no Brasil. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 2019; 15(32): 69-79.

OLIVEIRA C, 2015. In: no caso Unimed, as misérias da Medicina Privada. Disponível em: . Acessado em: 30 de outubro de 2023.

PAIM JS. Um simulacro de SUS? Cadernos de Saúde Pública, 2018; 34(7): 1-3.

PEDRAZA DF, et al. Acessibilidade às Unidades BBásicas de Saúde da Família na perspectiva de idosos. Ciência & Saúde Coletiva, 2018; 23(3): 923-933.

PENIDO, A. 2018. In: ESTUDO aponta que 75% dos idosos usam apenas o SUS. Disponível em: https ://portal.fiocruz.br/noticia/estudo-aponta-que-75-dos-idosos-usam-apenas-o-sus. Acessado em: 29 de outubro de 2023.

SANTOS KL, et al. Concepções de idosos com hipertensão e/ou diabetes sobre qualidade de vida. Psicologia em Estudo, 2023; 28: 1-15.

SILVA DSM, et al. Doenças crônicas não transmissíveis considerando determinantes sociodemográficos em coorte de idosos. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2022; 25(5): 01-10.

SILVEIRA FG, et al. Doenças crônicas e longevidade: desafios para o futuro. 1ª edição. Edições Livres, 2023; 337.

SPILLMAN BC e LUBITZ J. The Effect of Longevity on Spending for Acute and Long-Term Care. New England Journal Of Medicine, 2000; 342(19): 1409-1415.

VALENÇA TDC, et al. Deficiência física na velhice: um estudo estrutural das representações sociais. Escola Anna Nery - Revista de Enfermagem, 2017; 21(1): 1-8.

VERBICARO D e ARRUDA SG. A hipervulnerabilidade do consumidor idoso nas mensalidades dos planos de saúde em razão da idade na jurisprudência repetitiva do STJ (RESP 1.568.244/RJ). Revista Direito em Debate, 2019; 28(51): 34-48.

VERAS RP e OLIVEIRA M. Envelhecer no Brasil: a construção de um modelo de cuidado. Ciência & Saúde Coletiva, 2018; 23(6):1929-1936.

VIEIRA JUNIOR WM e MARTINS M. Idosos e planos de saúde no Brasil: análise das reclamações recebidas pela agência nacional de saúde suplementar. Ciência & Saúde Col, 2018; 20(12): 3817-3826.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Global status report on noncommunicable diseases. 2011. Disponível em: https ://iris.who.int/bitstream/handle/10665/44579/9789240686458_eng.pdf?sequence=1&ua=1. Acessado em: 29 de outubro de 2023.