Abstract
Objective: To identify maternal risk factors associated with prematurity in pregnant women monitored using the nursing case management model. Methods: A pragmatic, quasi-experimental, single-arm clinical study was conducted in a municipality in southern Brazil. The intervention consisted of applying case management to 91 pregnant women over nine months, between 2019 and 2020. Inclusion criteria were: having a pregnancy diagnosis, gestational age less than 20 weeks, residing in the municipality, and registered in SISPRENATAL. Nursing case management included nursing and multidisciplinary consultations, educational activities, home visits, and telephone monitoring. Data were analyzed comparatively between pregnant women who progressed to preterm deliveries and those with term deliveries, using the chi-square test and relative risk calculation. The research was conducted in accordance with Resolution n. 466/2012, with ethical approval under opinion nº 3.230.699. Results: A rate of 4,4% of premature births was identified. In the bivariate analysis, a greater predisposition to premature birth was observed among pregnant women with less than nine years of schooling (p=0,001), smokers or former smokers (p=0,028), and those with twin pregnancies (p=0,001). Conclusion: The continuous involvement of nurses in case management can favor positive gestational stages and reduce maternal risk factors.
References
ABREU SHA, et al. Causas e Fatores de Risco para Partos Prematuros: Uma Revisão da Literatura. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(9): 507–515.
ALBERTON M, et al. Prevalência e tendência temporal da prematuridade no Brasil antes e durante a pandemia de COVID-19: uma análise de série histórica, 2011–2021. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2023; 32: e2022603.
AMORIM TS, BACKES MTS. Gestão do cuidado de enfermagem à puérperas e recém-nascidos na Atenção Primária à Saúde. Rev Rene, 2020; 21(1): 30.
ARTIGA DHA. Fatores de risco associados ao parto prematuro: estudo caso-controle. Dissertação (Mestrado em Enfermagem em Saúde Pública) – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2022; 75 p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Mortalidade infantil e fetal por causas evitáveis no Brasil é a menor em 28 anos. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/mortalidade-infantil-e-fetal-por-causas-evitaveis-no-brasil-e-a-menor-em-28-anos. Acesso em: 27 maio 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 569, de 1º de junho de 2000. 2000. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2000/prt0569_01_06_2000_rep.html. Acesso em: 13 fev. 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.459, de 24 de junho de 2011. 2011. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1459_24_06_2011.html. Acesso em: 13 fev. 2026.
BUJA A, et al. Health and health service usage outcomes of case management for patients with long-term conditions: a review of reviews. Primary Health Care Research & Development, 2020; 21: e26.
CARVALHO FC, et al. Fatores de risco maternos mais prevalentes relacionados à ocorrência de partos prematuros: revisão de literatura. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research, 2021; 36(1): 112–123.
CHERMONT AG, et al. Fatores de risco associados à prematuridade e baixo peso ao nascer nos extremos da vida reprodutiva em uma maternidade privada. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2020; (39): e2110.
CRUZ AAMB, et al. Fatores de natureza social associados ao risco de prematuridade em município paulista. Acta Paulista de Enfermagem, 2023; 36: eAPE00632.
ESPOSITO G, et al. The role of maternal age on the risk of preterm birth among singletons and multiples: a retrospective cohort study in Lombardy, Northern Italy. BMC Pregnancy and Childbirth, 2022; 22(1): 234.
HUDON C, et al. Case management programs for improving integrated care for frequent users of healthcare services: an implementation analysis. International Journal of Integrated Care, 2022; 22(1): 11.
JONES AM, et al. Smoking status and symptoms of depression during and after pregnancy among low-income women. Journal of Obstetric, Gynecologic & Neonatal Nursing, 2020; 49(4): 361–372.
MAIA AAA, et al. Fatores de risco da prematuridade: uma revisão narrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2022; 15(2): e9711.
MARTINELLI KG, et al. Prematuridade no Brasil entre 2012 e 2019: dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Revista Brasileira de Estudos de População, 2021; 38: e0173.
MELO ABO, et al. Atenção à saúde obstétrica em grupos vulneráveis: acesso a cuidados e disparidades de saúde. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(8): 2562–2575.
NASCIMENTO BTS, et al. Associação de gravidez na adolescência e prematuridade. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(1): 396–406.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde. Superintendência de Atenção à Saúde. Linha Guia Rede Mãe Paranaense. 2022. Disponível em: https://www.conims.pr.gov.br/arquivo_usu/documentos/alterados/sgsites-huner-20180205-113318.pdf.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde. Manual de Gestão de Caso. 2017. Disponível em: https://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-04/manualgestaodecasopreliminar.pdf.
ROCHA BJ, et al. Hábito do tabagismo na gestação: uma revisão integrativa da literatura. Revista Científica de Enfermagem, 2025; 15(43): 68–77.
SCHIAVO RA, et al. Fatores materno-infantis associados ao desenvolvimento de bebês prematuros e a termo. Revista Psicologia e Saúde, 2021; 12(4): 141–157.
SELVIN S. Statistical Analysis of Epidemiologic Data. 3rd ed. Oxford: Oxford University Press, 2004; 346 p.
SILVA FTR, et al. Prevalência e fatores associados ao uso de drogas de abuso por gestantes. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2020; 20: 1101–1107.
SOUZA MBC, et al. Uso de drogas ilícitas na gestação e suas consequências para o feto: revisão integrativa da literatura. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2023; 9(3): 1349–1363.
SOUZA RF, et al. Gestação múltipla: desafios obstétricos e neonatais. Periódicos Brasil. Pesquisa Científica, 2024; 3(2): 255–263.
TINGLEFF T, et al. Different pathways for preterm birth between singleton and twin pregnancies: a population-based registry study of 481,176 nulliparous women. BJOG: An International Journal of Obstetrics & Gynaecology, 2023; 130(4): 387–395.
WILSON DA, et al. The association of hypertensive disorders of pregnancy with infant mortality, preterm delivery, and small for gestational age. Healthcare, 2024; 12(5): 597.
WHO. Newborn mortality. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/newborn-mortality. Acesso em: 04 jun. 2025.
