Resumen
Objetivo: Comprender el cuidado neuropaliativo, sus individualidades y el proceso de atención. Revisión bibliográfica: Los cuidados paliativos están indicados en enfermedades avanzadas, progresivas e incurables, pero puede deberse a alguna falta de posibilidad razonable de respuesta a un tratamiento específico, como en ciertas condiciones neurológicas abruptas. Así, las enfermedades neurológicas degenerativas progresivas tienden a sugerir que la vida llegará a su fin, por lo que el individuo tiende al aislamiento social y espacial, junto con la depresión y la soledad. A partir de esto, el equipo debe redirigir sus esfuerzos para brindar calidad de vida a estas personas. Además, en este delicado momento, la atención a la familia es fundamental, reforzando la resiliencia y evitando estresores en el entorno familiar. Para paliar esto, es necesario que el equipo de cuidados paliativos cuente con apoyo psicológico y fomente la búsqueda espiritual como fuente de bienestar. Si es bien abordado y con un diálogo abierto, el proceso de terminalidad del paciente es aceptado con más facilidad y comodidad para la familia. Consideraciones finales: Los cuidados paliativos deben ser individualizados para cada paciente. Además, los profesionales deben ser cada vez más formados, con una visión holística, dada la necesidad de una escucha refinada y humanizada.
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