Google Académico | Citações: 1937 | índice h: 18 | índice i10: 52
Importancia de la atención farmacéutica en salud pública y el uso de plantas medicinales como recurso terapéutico por pacientes oncológicos: relato de experiencia
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Atención Integral de Salud
Plantas Medicinales
Oncología Integrativa

Cómo citar

Importancia de la atención farmacéutica en salud pública y el uso de plantas medicinales como recurso terapéutico por pacientes oncológicos: relato de experiencia. (2023). Revista Eletrônica Acervo Científico, 46, e14113. https://doi.org/10.25248/reac.e14113.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Informar el uso de Plantas Medicinales (PM) por parte de pacientes con cáncer, y así demostrar la importancia de la asistencia profesional farmacéutica en la Atención Primaria de Salud (APS) para asegurar el uso racional de estos recursos naturales. Informe de Experiencia: A través de la experiencia se pudo observar que es importante contar con acciones de intervención, promoviendo la educación para la salud. La experiencia se basó en un vídeo inclusivo y autoexplicativo, alertando sobre el uso racional del PM por parte de pacientes en terapia hormonal. Consideraciones finales: El uso racional del MP debe ser una preocupación del equipo multidisciplinario, más cercano al paciente y su familia, para garantizar un uso racional y seguro, logrando así eficacia del tratamiento y prevención de efectos adversos.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BARBERATO LC, et al. O farmacêutico na atenção primária no Brasil: uma inserção em construção. Ciência & saúde coletiva, 2019; 24: 3717-3726.

BARBOSA AS, et al. Uso de plantas medicinais nativas do cerrado pela população idosa da região oeste do estado da Bahia: Um estudo etnofarmacobotânico. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2023; 23(4): e13062.

COSTA DG, et al. Prevenção e detecção do câncer de mama. Revista de trabalhos acadêmicos–universo Belo Horizonte, 2022; 1(7).

CASTRO MR e FIGUEIREDO FF. Saberes tradicionais, biodiversidade, práticas integrativas e complementares: o uso de plantas medicinais no SUS. Hygeia: Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 2019; 15(31): 56-70.

DA SILVA IA, et al. Uso de plantas medicinais por mulheres em hormonioterapia no agreste pernambucano. Europub Journal of Health Research, 2022; 3(4): 340-355.

DA SILVA GJM. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos no sus e sua implementação por meio das farmácias vivas. Dissertação (Mestrado em Saúde e Desenvolvimento na Região CentroOeste) - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campina, 2021; 102 p.

DA SILVA GGS, et al. Importância do farmacêutico clínico na diminuição das interações medicamentosas ao paciente oncológico na unidade de terapia intensiva. Brazilian Journal of Health Review, 2020; 3(5): 15542–15556.

DA SILVA LWS e PAMPONET LS. Saberes populares no uso de plantas medicinais: tradição de valor familiar na convergência aos saberes científicos. REVISE-Revista Integrativa em Inovações Tecnológicas nas Ciências da Saúde, 2022; 9: 325-351.

DO CARMO EO; DA SILVA VAS. Educação e saúde: uma proposta de implantação da farmácia viva nas escolas públicas. Revista Brasileira de Ensino e Aprendizagem, 2023; 5: 99-106.

FERREIRA AA e DE VASCONCELOS TCL. O uso irracional de plantas medicinais: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, 2022; 11(8): e59711831295-e59711831295.

FERREIRA GW. O uso de plantas nas curas populares: saberes e educação. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2022; 132 p.

JUNIOR OCF. Humanizar as relações humanas no SUS: uma análise da Política Nacional de Humanização a partir do Materialismo Histórico e Dialético. 2022.

PATRÍCIO KP, et al. O uso de plantas medicinais na atenção primária à saúde: revisão integrativa. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27: 677-686.

ROCHA AO. Uma análise sobre o processo de construção da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS e o princípio da Integralidade. Dissertação (Mestrado em Patrimônio Cultural, Paisagens e Cidadania) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2022; 138 p.

SANTOS MO, et al. Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil, 2023-2025. Revista Brasileira em Cancerologia, 2023; 69(1): e-213700.

TONIN J, et al. Práticas integrativas e complementares em saúde para pensar uma comunicação sensível. Comunicação & Informação, 2022; 25: 314–333.

VIANA AA e FLORES AMN. Política nacional de humanização do SUS: importância e implementação em unidade de nefrologia. Revista Pub saúde, 2023; 13: a433.