Resumen
Objetivo: Analizar la función de las manos en pacientes diagnosticados con lepra atendidos en el Hospital Universitario Lauro Wanderley. Métodos: Estudio descriptivo cualitativo y cuantitativo con cuestionarios sociodemográficos, epidemiológicos, de Evaluación Funcional de las Manos en Lepra y Evaluación Neurológica Simplificada. Resultados: Se incluyeron 16 pacientes, la mayoría diagnosticados después de tres meses de evolución de la enfermedad. En la evaluación funcional, nueve pacientes reportaron dificultad en al menos una tarea, especialmente en actividades domésticas. Las principales quejas fueron parestesia, dolor y edema en las manos. La evaluación de la incapacidad física mostró que la mayoría no tenía alteraciones, pero el 18,75% presentó disminución de la sensibilidad o lesiones tróficas/garras. Conclusión: Existe poca información sobre la frecuencia de afectación de las manos en pacientes con lepra, lo que sugiere que el retraso diagnóstico puede empeorar las discapacidades. Más de la mitad de los pacientes reportaron dificultades funcionales en las manos.
Referencias
ANDERSON GA. The surgical management of deformities of the hand in leprosy. J Bone Joint Surg Br, 2006; 88 (3): 290-294.
ARAÚJO AE, et al. Complicações neurais e incapacidades em hanseníase em capital do nordeste brasileiro com alta endemicidade. Rev Bras Epidemiol [online], 2014; 17(4): 899-910.
BEZERRA PB, et al. Avaliação física e funcional de pacientes com hanseníase. Rev Enferm UFPB, 2015; 9(8)9336-42.
BRASIL. Boletim Epidemiológico: Hanseníase - 2024. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-deconteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2024/be_hansen2024_19jan_final.pdf. Acessado em: 26 de agosto de 2024.
BRASIL. Guia prático sobre a hanseníase. 2017. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_hanseniase.pdf. Acessado em: 25 de agosto de 2024.
BRASIL. Portaria nº 149, de 3 de fevereiro de 2016. 2016. Disponível em: https://catalogo.ipea.gov.br/uploads/507_1.pdf. Acessado em: 25 de agosto de 2024.
CAMPOS MP, et al. Incidência das deformidades da mão na hanseníase. Hansen Int, 1978; 3(1): 55-58.
FERREIRA IS, et al. Prejuízos do diagnóstico tardio em hanseníase: uma revisão integrativa. Revista de Patologia do Tocantins, 2021; 8(2): 65-69.
FERREIRA TL, et al. Validação do questionário de avaliação funcional das mãos em hanseníase. Revista de Saúde Pública, 2012; 46(3): 435-445.
GUTMANN VL, et al. Motivos que levam mulheres e homens a buscar as unidades básicas de saúde. J nurs health, 2022; 12(2): e2212220880.
LIMA MC, et al. Práticas de autocuidado em hanseníase: face, mãos e pés. Rev Gaúcha de Enferm, 2018; 39(1): 1-7.
LIRA KB, et al. Knowledge of the patients regarding leprosy and adherence to treatment. Braz J Infect Dis, 2012; 16(5): 472-475.
MARTINS PV, IRIART JA. Itinerários terapêuticos de pacientes com diagnóstico de hanseníase em Salvador, Bahia. Physis, 2014; 24(1): 273-89.
NEVES TV, et al. Grau de incapacidade física e escore olhos-mãos-e-pés em pacientes hansênicos pós-alta. Rev APS, 2015; 18(3): 335-40.
OMS. Guidelines for the diagnosis, treatment and prevention of leprosy. 2017. Disponível em: https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/274127/9789290226383-eng.pdf. Acessado em: 27 de agosto de 2024.
PESCARINI JM, et al. Epidemiological characteristics and temporal trends of new leprosy cases in Brazil: 2006 to 2017. Cad Saúde Pública, 2021; 37(7): e00130020.
PEDRO MF, et al. Desempenho funcional de pacientes com deformidades visíveis na hanseníase. Hansen Int [online], 2017; 42(1-2): 19-27, 2017.
PINHO AB, et al. Validação de um instrumento simples e de aplicação rápida para rastrear incapacidade em pacientes com hanseníase. Revista Brasileira de Ortopedia, 2023; 58(1): 101-107.
RATHOD SP, et al. Incapacidades na hanseníase: análise retrospectiva aberta de registros institucionais. An Bras Dermatol, 2020; 95(1): 52-56.
SALSA CS, et al. The development of a short questionnaire for screening of activity limitation and safety awareness (SALSA) in clients affected by leprosy or diabetes. Disabil Rehabil, 2007; 29(9): 689-700.
SOARES GM, et al. Fatores sociodemográficos e clínicos de casos de hanseníase associados ao desempenho da avaliação de seus contatos no Ceará, 2008-2019. Epidemiol Serv Saude, 2021; 30(3): e2020585.
UFSC. Abordagem da Hanseníase na atenção básica. 2018. Disponível em: https://ares.unasus.gov.br/acervo/bitstream/ARES/14871/1/Apostia_Hansen%C3%ADase_N %C3%BAcleo%20Telessa%C3%BAde%20SC%20UFSC.pdf. Acessado em: 25 de agosto de 2024.
