Resumen
Objetivo: Analizar la evolución de la sífilis congénita en Paraíba entre 2014 y 2024, identificando factores que influyen en su incidencia y evaluando estrategias para mitigar el problema. Métodos: Investigación documental, cuantitativa, descriptiva y exploratoria, con datos del Departamento de Tecnología de la Información del Sistema Único de Salud sobre sífilis adquirida, sífilis en gestantes y sífilis congénita en Paraíba. El análisis de los registros se realizó en Microsoft Excel, utilizando tablas y gráficos. Resultados: Entre 2007 y 2024 se registraron 4.457 casos de sífilis congénita en Paraíba, con un aumento significativo a partir de 2015. La mayoría de las embarazadas recibieron atención prenatal (3.702), mientras que 640 no recibieron seguimiento. La incidencia fue mayor en mujeres de 20 a 24 años, con predominio en zonas urbanas, evidenciando desigualdades en el acceso a la salud. Aún existen brechas en el seguimiento y tratamiento adecuado de la enfermedad, lo que favorece su transmisión vertical. Conclusión: La creciente incidencia de sífilis congénita en Paraíba refuerza la necesidad de mejorar la atención prenatal, ampliar las pruebas rápidas y fortalecer las políticas de prevención y tratamiento. Las inversiones en la formación de profesionales de la salud, campañas educativas y la ampliación del acceso al tratamiento son esenciales para contener la enfermedad.
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