Google Académico | Citações: 1937 | índice h: 18 | índice i10: 52
Análisis epidemiológico de la sífilis gestacional y congénita en regiones de Brasil
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Adolescentes
Sífilis
Infecções sexualmente transmissíveis

Cómo citar

Análisis epidemiológico de la sífilis gestacional y congénita en regiones de Brasil. (2026). Revista Eletrônica Acervo Científico, 26, e23581. https://doi.org/10.25248/reac.e23581.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar el perfil epidemiológico de la sífilis gestacional (SG) y la sífilis congénita (SC) en Brasil, considerando factores regionales y la importancia del diagnóstico y tratamiento prenatal. Métodos: Estudio ecológico, con análisis de datos secundarios de 2014 a 2022, extraídos de los sistemas SINAN y SINASC (DATASUS), que cubren las cinco macrorregiones del país. Se utilizó la regresión de Prais-Winsten para evaluar las tendencias temporales y calcular el cambio porcentual anual (CPA). Resultados: Los resultados indican que entre 2014 y 2022 se notificaron 497.313 casos de sífilis gestacional y 7.573 casos de sífilis congénita en Brasil. Se observó un aumento en las tasas de incidencia en todas las macrorregiones, con un crecimiento más pronunciado en las regiones Noreste y Norte. La tendencia temporal indicó una expansión de la enfermedad y desafíos persistentes en el control de la transmisión vertical. El análisis revela desigualdades en la incidencia de sífilis gestacional y congénita en Brasil, particularmente en las regiones Centro-Oeste y Noreste. Conclusión: Por lo tanto, es urgente armonizar las políticas públicas regionales, ampliar los servicios de salud, fortalecer la vigilancia epidemiológica y promover acciones de prevención, diagnóstico precoz y tratamiento adecuado.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ANTUNES JLF, CARDOSO MRA. Uso da análise de séries temporais em estudos epidemiológicos. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2015; 24:565–576

ARAÚJO GGS. Evolução da efetivação dos direitos fundamentais da Constituição Federal de 1988 a partir da análise de indicadores sociais no Brasil. TCC (TCC em Direito) – PUC Goiás, Goiás, 2024.

AVELLEIRA JCR, BOTTINO G. Sífilis: diagnóstico, tratamento e controle. Anais Brasileiros de Dermatologia, 2006; 81:111-126

BRASIL. Boletim Epidemiológico de Sífilis. Brasília: Ministério da Saúde, 2022a. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2022/boletim-epidemiologico-de-sifilis-numero-especial-out-2022/view. Acesso em: 22 nov. 2024.

BRASIL. Boletim Epidemiológico de Sífilis. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2023/boletim-epidemiologico-de-sifilis-numero-especial-out.2023/view. Acesso em: 21 nov. 2024.

BRASIL. Indicadores e Dados Básicos. Ministério da Saúde, 2008. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2008/matriz.htm. Acesso em: 21 nov. 2024.

BRASIL. Resolução CNS no 510/2016. Brasília: Diário Oficial da União, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/conselho-nacional-de-saude. Acesso em: 21 nov. 2024.

BRASIL. Sífilis: entenda o que é, qual a prevenção e o tratamento disponível no SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2022b. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/sifilis-entenda-o-que-e-qual-a-prevencao-e-o-tratamento-disponivel-no-sus. Acesso em: 21 nov. 2024.

CESAR JA, et al. Não realização de teste sorológico para sífilis durante o pré-natal: prevalência e fatores associados. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2020; 23:e200012

DOMINGUES RMSM, LEAL MC. Incidência de sífilis congênita e fatores associados à transmissão vertical da sífilis: dados do estudo Nascer no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2016; 32: e00082415

FIGUEIREDO DCMM, et al. Relação entre oferta de diagnóstico e tratamento da sífilis na atenção básica sobre a incidência de sífilis gestacional e congênita. Cadernos de Saúde Pública, 2020: 36: e00074519

JÚNIOR R, NOVAES A. Persistência da sífilis como desafio para a saúde pública no Brasil: o caminho é fortalecer o SUS, em defesa da democracia e da vida. Cadernos de Saúde Pública, 2022; 38:PT069022

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Brasília, DF, Brasil. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Brasília, DF, Brasil, 2019. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 27 nov. 2024.

OPAS. Casos de sífilis aumentam nas Américas. Escritório Regional para as Américas da Organização Mundial da Saúde, 2024. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/22-5-2024-casos-sifilis-aumentam-nas-americas. Acesso em: 21 nov. 2024.

PADILHA Y, CAPORAL AS, INCIDÊNCIA DE CASOS DE SÍFILIS CONGÊNITA E ANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO. FAG JOURNAL OF HEALTH (FJH), 2020; 2(1):1-11

PAULA MA, et al. Diagnóstico e tratamento da sífilis em gestantes nos serviços de Atenção Básica. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27:3331–3340

PEREA LME, et al. Tendência de mortalidade por câncer de boca e faringe no Brasil no período 2002-2013. Revista de Saúde Pública, 2018; 52(10)

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS. Sífilis 2023. 2023. Disponível em: https://www.saude.mg.gov.br/sifilis. Acesso em: 21 nov. 2024.