Resumo
Objetivo: Relatar sobre o uso das Plantas Medicinais (PM) por pacientes com câncer, e com isso, demonstrar a importância da assistência do profissional farmacêutico na Atenção Primária à Saúde (APS) para garantir o uso racional desses recursos naturais. Relato de Experiência: Por meio da experiência foi possível observar que é importante que se tenham ações de intervenção, promovendo educação em saúde. A experiência se pautou por meio de um vídeo inclusivo e autoexplicativo, alertando sobre o uso racional de PM pelos pacientes em hormonioterapia. Considerações finais: O uso racional de PM deve ser preocupação da equipe multidisciplinar por estar mais próxima do paciente e de sua família, a fim de garantir a utilização racional e segura, para assim alcançar a eficácia do tratamento e a prevenção de efeitos adversos.
Referências
BARBERATO LC, et al. O farmacêutico na atenção primária no Brasil: uma inserção em construção. Ciência & saúde coletiva, 2019; 24: 3717-3726.
BARBOSA AS, et al. Uso de plantas medicinais nativas do cerrado pela população idosa da região oeste do estado da Bahia: Um estudo etnofarmacobotânico. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2023; 23(4): e13062.
COSTA DG, et al. Prevenção e detecção do câncer de mama. Revista de trabalhos acadêmicos–universo Belo Horizonte, 2022; 1(7).
CASTRO MR e FIGUEIREDO FF. Saberes tradicionais, biodiversidade, práticas integrativas e complementares: o uso de plantas medicinais no SUS. Hygeia: Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 2019; 15(31): 56-70.
DA SILVA IA, et al. Uso de plantas medicinais por mulheres em hormonioterapia no agreste pernambucano. Europub Journal of Health Research, 2022; 3(4): 340-355.
DA SILVA GJM. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos no sus e sua implementação por meio das farmácias vivas. Dissertação (Mestrado em Saúde e Desenvolvimento na Região CentroOeste) - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campina, 2021; 102 p.
DA SILVA GGS, et al. Importância do farmacêutico clínico na diminuição das interações medicamentosas ao paciente oncológico na unidade de terapia intensiva. Brazilian Journal of Health Review, 2020; 3(5): 15542–15556.
DA SILVA LWS e PAMPONET LS. Saberes populares no uso de plantas medicinais: tradição de valor familiar na convergência aos saberes científicos. REVISE-Revista Integrativa em Inovações Tecnológicas nas Ciências da Saúde, 2022; 9: 325-351.
DO CARMO EO; DA SILVA VAS. Educação e saúde: uma proposta de implantação da farmácia viva nas escolas públicas. Revista Brasileira de Ensino e Aprendizagem, 2023; 5: 99-106.
FERREIRA AA e DE VASCONCELOS TCL. O uso irracional de plantas medicinais: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, 2022; 11(8): e59711831295-e59711831295.
FERREIRA GW. O uso de plantas nas curas populares: saberes e educação. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2022; 132 p.
JUNIOR OCF. Humanizar as relações humanas no SUS: uma análise da Política Nacional de Humanização a partir do Materialismo Histórico e Dialético. 2022.
PATRÍCIO KP, et al. O uso de plantas medicinais na atenção primária à saúde: revisão integrativa. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27: 677-686.
ROCHA AO. Uma análise sobre o processo de construção da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS e o princípio da Integralidade. Dissertação (Mestrado em Patrimônio Cultural, Paisagens e Cidadania) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2022; 138 p.
SANTOS MO, et al. Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil, 2023-2025. Revista Brasileira em Cancerologia, 2023; 69(1): e-213700.
TONIN J, et al. Práticas integrativas e complementares em saúde para pensar uma comunicação sensível. Comunicação & Informação, 2022; 25: 314–333.
VIANA AA e FLORES AMN. Política nacional de humanização do SUS: importância e implementação em unidade de nefrologia. Revista Pub saúde, 2023; 13: a433.
