Resumo
Objetivo: Analisar as evidências atuais sobre o reconhecimento precoce da sepse, destacando a integração entre protocolos clínicos padronizados e marcadores laboratoriais. Revisão bibliográfica: A sepse permanece como um dos principais desafios da medicina intensiva, com mais de 48,9 milhões de casos e 11 milhões de mortes anuais no mundo, representando cerca de 20% dos óbitos globais. O atraso no reconhecimento e no início da antibioticoterapia aumenta o risco de morte de 7 a 10% por hora O diagnóstico precoce é dificultado pela variabilidade clínica e pela necessidade de integrar parâmetros clínicos, laboratoriais e biomarcadores como lactato, proteína C-reativa e procalcitonina . Tecnologias como testes point-of-care e métodos moleculares de alta sensibilidade aceleram a identificação do agente infeccioso e orientam condutas específicas fisiopatologicamente, a sepse envolve resposta imunológica exacerbada, liberação de citocinas, disfunção endotelial e formação de microtrombos, levando à disfunção orgânica progressiva. Considerações finais: A integração de protocolos clínicos, biomarcadores e tecnologias rápidas é essencial para o diagnóstico precoce da sepse e para a melhora dos desfechos clínicos.
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