Resumo
Objetivo: Analisar o impacto da educação permanente na melhoria do conhecimento e prática clínica relacionada à coleta de exames colpocitopatológicos. Métodos: Estudo de intervenção, transversal, analítico e quantitativo realizado entre março e setembro de 2024 com 91 profissionais de saúde (84 enfermeiros e 7 médicos). Métodos incluíram observação direta das práticas de coleta antes e após oficinas teóricas e práticas. Dados foram analisados por testes estatísticos (McNemar, p<0,05). Resultados: Após a intervenção educativa, o percentual de usuárias orientadas aumentou de 36,3% para 92,31% (p<0,05). A verificação do preparo da mulher subiu de 41,8% para 90,11% (p<0,05). Melhorias foram observadas no cuidado com a privacidade (p<0,05) e na lavagem das mãos, que passou de 26,4% para 91,21%. A disposição correta de amostras ectocervicais e endocervicais aumentou de 38,5% para 100% e de 31,9% para 95,6%, respectivamente. Conclusão: A educação permanente é essencial para aprimorar a coleta de exames colpocitopatológicos, impactando positivamente na prevenção do câncer de colo de útero, especialmente em regiões remotas.
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