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Neoplasia ductal de pâncreas
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Palavras-chave

Adenocarcinoma Ductal
Câncer de Pâncreas
Diagnóstico

Como Citar

Neoplasia ductal de pâncreas. (2026). Revista Eletrônica Acervo Científico, 26, e23629. https://doi.org/10.25248/reac.e23629.2026

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Resumo

Objetivo: Apresentar uma análise abrangente do adenocarcinoma ductal pancreático (ACDP), abordando seus principais aspectos fisiopatológicos, epidemiológicos, clínicos, diagnósticos e terapêuticos, com ênfase nos desafios relacionados ao diagnóstico precoce e ao manejo da doença. Revisão bibliográfica: O ACDP corresponde à maioria das neoplasias pancreáticas e destaca-se pela elevada agressividade e baixa taxa de ressecabilidade ao diagnóstico. Sua fisiopatologia envolve mutações frequentes em KRAS, além de alterações em TP53, CDKN2A e SMAD4, associadas a um intenso microambiente desmoplásico e imunossupressor. A incidência e mortalidade apresentam tendência crescente mundialmente. Entre os fatores de risco estão predisposição genética, pancreatite crônica, diabetes de início recente, tabagismo, obesidade e etilismo. O quadro clínico é inespecífico, incluindo dor abdominal, perda ponderal e icterícia. O diagnóstico baseia-se em tomografia com protocolo pancreático, marcadores como CA 19-9 e confirmação histológica por ultrassonografia endoscópica. O tratamento depende do estadiamento, envolvendo cirurgia quando possível e quimioterapia sistêmica, com avanços recentes em terapias-alvo e imunoterapia. Considerações finais: Apesar dos avanços científicos, o ACDP mantém prognóstico reservado, reforçando a necessidade de estratégias que promovam diagnóstico mais precoce e terapias mais eficazes.

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