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Sífilis adquirida em Ijuí-RS: desafios persistentes de uma doença curável (2020-2024)
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Palavras-chave

Sífilis adquirida
Vigilância epidemiológica
Saúde pública

Como Citar

Sífilis adquirida em Ijuí-RS: desafios persistentes de uma doença curável (2020-2024). (2026). Revista Eletrônica Acervo Científico, 26, e23836. https://doi.org/10.25248/reac.e23836.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico e os desafios persistentes no manejo da sífilis adquirida em residentes do município de Ijuí-RS entre 2020 e 2024. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo e quantitativo, realizado com análise de dados secundários obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação e dados demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A pesquisa investigou variáveis de sexo, faixa etária e raça, fundamentando-se nos critérios do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Infecções Sexualmente Transmissíveis de 2022. Resultados: Observou-se um pico de 233 notificações em 2022, com a maior concentração de casos na faixa etária de 20 a 39 anos (125 ocorrências). Identificou-se uma predominância de pessoas brancas (172 casos em 2022) e uma transição no perfil por sexo, com maior incidência entre homens no ano de 2023. O tratamento padrão utilizado no município é a penicilina benzatina, conforme preconizado pelos protocolos nacionais. Conclusão: Conclui-se que a sífilis adquirida permanece como um desafio de saúde pública em Ijuí, com limitações no estudo relacionadas à possível subnotificação de dados nos anos mais recentes.

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