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Distribuição das internações por síndrome de abstinência neonatal no Brasil (2020–2025): análise de dados do sistema de informações hospitalares do SUS
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Palavras-chave

Síndrome de abstinência neonatal
Transtornos relacionados ao uso de substâncias
Exposição materna
Sistemas de informação em saúde

Como Citar

Distribuição das internações por síndrome de abstinência neonatal no Brasil (2020–2025): análise de dados do sistema de informações hospitalares do SUS. (2026). Revista Eletrônica Acervo Científico, 26, e24683. https://doi.org/10.25248/reac.e24683.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar a distribuição temporal e espacial das internações por Síndrome de Abstinência Neonatal no Brasil, entre 2020 e 2025, a partir dos registros do Sistema de Informações Hospitalares do SUS. Métodos: Estudo ecológico, descritivo, quantitativo e retrospectivo, baseado em dados secundários do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), obtidos via DATASUS/TabWin. Incluíram-se internações de recém-nascidos com CID-10 P96.1. Foram analisadas frequência absoluta, distribuição por unidade federativa e medidas descritivas (mínimo, mediana, média e máximo). Resultados: Observou-se variação ao longo do período, com redução em 2021, aumento até 2023, queda em 2024 e novo crescimento em 2025, que apresentou maior média (88,73) e mediana (14,5). O pico ocorreu em 2023, com 1.475 internações no Estado de São Paulo. Houve forte concentração no Sudeste, especialmente em São Paulo (4.935 internações), seguido por Minas Gerais (1256) e Rio Grande do Sul (797). Estados do Norte e parte do Nordeste apresentaram baixa ou nenhuma internação. Conclusão: A SAN apresenta distribuição desigual e comportamento temporal variável no Brasil, possivelmente influenciado por falhas na identificação e registro. Reforça-se a necessidade de qualificar os sistemas de informação, capacitar profissionais e padronizar registros para melhorar a vigilância e o cuidado neonatal.

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