Resumo
Este trabalho relatou as alterações fisiológicas e metabólicas graves que são comumente observadas ao tratar pacientes politraumatizados, as quais culminam na tríade letal do trauma, isto é, coagulopatia, acidose metabólica e hipotermia. Nesse contexto, foram abordados os procedimentos definitivos, ou seja, cirurgia definitiva segura, reconstrução e reabilitação. E os temporários, isto é, intervenções radiológicas, enxerto de stents e o controle de danos. Com isso, ter o êxito de cessar os acometimentos relacionados ao indivíduo politraumatizado, como a tríade letal. Buscou-se, também, evidenciar a importância e os benefícios da utilização do controle de danos em pacientes politraumatizados, cuja técnica é considerada uma inovação significativa em relação aos cuidados desses pacientes, apresentando as situações em que essa abordagem é mais indicada. Esta revisão tem o objetivo de expor as possíveis complicações que podem ser evitadas pela escolha e utilização correta do controle de danos, propiciando, assim, um melhor prognóstico para o paciente.
