Resumo
Objetivo: O presente artigo faz uma análise do impacto na funcionalidade e o grau de incapacidade que as doenças vertiginosas provocam nos idosos e como isso influencia na autonomia e na qualidade de vida destes indivíduos, no contexto da Atenção Primária da Saúde. Revisão bibliográfica: O estudo esclarece que a tontura é uma das doenças mais recorrentes na clínica médica e que a probabilidade de ser acometido por esse sintoma aumenta devido à senilidade, visto que sua prevalência é maior que 50% nos idosos acima de 85 anos. Outra configuração pertinente é que a tontura se expressa de diversas formas, sendo a vertigem a mais frequente. Todavia, avalia-se a dificuldade de diagnóstico das doenças que causam a vertigem, pois os pacientes não conseguem expressar o que estão sentindo, fazendo com que cerca de 40% destes pacientes não sejam diagnosticados corretamente. Considerações finais: Dessa maneira, o correto manejo desse quadro se faz necessário para que a qualidade de vida dos idosos seja mantida. A literatura ainda é insuficiente sendo fundamental uma maior atenção da comunidade científica.
