Google Acadêmico | Citações: 1937 | índice h: 18 | índice i10: 52
Importância do reflexo vermelho para detecção das patologias oculares congênitas no recém-nascido: uma revisão integrativa
PDF

Palavras-chave

Técnicas de diagnóstico oftalmológico
Recém-nascido
Congênita

Como Citar

Importância do reflexo vermelho para detecção das patologias oculares congênitas no recém-nascido: uma revisão integrativa. (2022). Revista Eletrônica Acervo Científico, 41, e9952. https://doi.org/10.25248/reac.e9952.2022

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Elucidar a importância do reflexo vermelho para detecção de patologias oculares congênitas por meio de conhecimento científico alicerçado e uniforme para agregar à prática clínica dos profissionais da saúde e informar a sua importância a população no geral. Métodos: O presente trabalho trata-se de uma revisão integrativa de literatura embasada em evidências, cuja composição deu-se por meio das seguintes etapas: identificação do tema de interesse e selecionar a questão da pesquisa, busca dos artigos nas bases digitais, estabelecer os critérios de inclusão e exclusão e, posteriormente, análise e discussão dos resultados obtidos. Resultados: Infere-se que o teste do reflexo vermelho quando realizado de forma correta e mais precoce possível pode detectar alterações suspeitas e diagnósticos de patologias oculares que caso não fossem detectadas poderiam gerar complicações visuais ou até mesmo cegueira nos recém-nascidos. Considerações finais: Confirma-se, dessa forma, a detecção precoce de alterações visuais pode modificar o curso da doença e evitar que, cada vez mais, crianças fiquem cegas por motivos que poderiam ser corrigidos se fossem identificados o quanto antes.

PDF

Referências

ARAÚJO ABS, OLIVEIRA DA. Protocolo para teste do reflexo vermelho: utilização em consultas de crescimento e desenvolvimento. Enfermería Actual de Costa Rica, 2020; 38: 136-150.

BALDINO VMCL, et al. Teste do reflexo vermelho na maternidade: resultados de um hospital terciário e variáveis associadas a um teste duvidoso. Jornal de Pediatria, 2020; 96(6): 748-754.

BERTOLDI AR, et al. Importância da Inclusão do Teste do Reflexo Vermelho no Protocolo de Exames da Infância para Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma. Revista Ciência em Saúde, 2012; 2(3)

CAGINI C, et al. Exame do reflexo vermelho em neonatos: avaliação de 3 anos de triagem. Internacional Ofthalmology, 2017; 37(5): 1199-1204.

CAGLIARI PZ, et al. Alterações detectadas pelo teste do reflexo vermelho. Arquivos Catarinenses de Medicina, 2016; 45(3): 48-57.

DIAS MLS, et al. Red reflex technique training simulator in newborns. Revista Brasileira de Educação Médica, 2021; 45(1) : e014

DORSCH FLB, et al. Alterações ao teste do reflexo vermelho em recém-nascidos internados na unidade de terapia intensiva de um hospital filantrópico em Vitória/ES,Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, 2016; 18(3): 49-57.

FINIZOLA R, et al. Perfil do teste do olhinho: estudo em instituição de referência no Estado da Paraíba. Revista Brasileira de Oftalmologia, 2020; 79(2): 109-113.

LEDESMA F, et al. Teste do reflexo vermelho: quando deve ser aplicado e qual benefício oferece?. Arquivos Catarinenses de Medicina, 2018; 47(2): 204-211

LI LH, et al. Findings of perinatal ocular examination performed on 3573, healthy full-term newborns. Jornal Britânico de Oftalmologia, 2013; 97(5): 588-591.

MALLMANN MB, et al. Realização dos testes de triagem neonatal no Brasil: prevalências e desigualdades regionais e socioeconômica. Jornal de Pediatria, 2020; 96(4): 487-494.

MOLINA LAB, VERONICO GT. Catarata congénita neonatal unilateral. Revista Mexicana de Pediatria, 2021; 87(1): 18-20.

JAC-OKEREKE CC, et al. Vision Screening in Infants Attending Immunization Clinics in a Developing Country. Journal of Primary Care & Community Health, 2020; 11.

OZKURT Z, et al. Associations between red reflex abnormality, consanguinity and intensive care hospitalization of newborns in Turkey. Eastern Mediterranean Health Journal, 2018; 24(7): 631-636.

OZKURT ZG, et al. Approach of Family Physicians to Pediatric Eye Screening in Diyarbakır. Turkish Journal of ophthalmology, 2019; 49(1): 25-29.

PERILLI R, et al. Screening eye diseases in babies: an Italian experience on 5000 healthy, consecutive newborns. Annali dell’Instituto superiore di sanita, 2015; 51(4): 387-389.

PEREIRA CFA, et al. Triagem de acuidade visual reduzida em uma unidade de Atenção Primária à Saúde. Revista Brasileira de Oftalmologia, 2019; 78(4): 250-254.

RAO R, HANOVAR SG, et al. Retinoblastoma, Jornal Indiano de Pediatria, 2017; 84(12): 937-944.

RODRIGUES ACL, et al. Implantação do exame do reflexo vermelho em crianças da região do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu - SP – Brasil. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, 2012; 75(5): 337-40.

RODRIGUES EC, et al. Resultado do teste reflexo vermelho em recém-nascidos. Revista de Enfermagem da UFPE, 2018; 12(2): 433-438.

ROSE L, et al. Detection of anomalies in the red reflex test requires adequate training. Clinical and Experimental Optometry, 2020; 104(1): 95-100.

VIQUEZ MV, WU L. Sensibilidad y especificidad del reflejo rojo en recién nacidos en Costa Rica Sensitivity and specificity of the red reflex in Costa Rican newborns. Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología, 2020; 95(1): 4-8.

VIEIRA JK, et al. Prevalência de baixa acuidade visual em escolares. Revista Brasileira de Oftalmologia, 2018; 77(4): 175-179.

WU X, et al. Prevalence and epidemiological characteristics of congenital cataract: a systematic review and meta-analysis. Scientific Reports, 2016; 6(1).

YASGAN H, et al. Assessing the effectiveness of the red reflex test (Brückner) in early diagnosis of congenital eye disorders. Turkish Archives of Pediatrics, 2012; 47: 165-166.