Resumen
Objetivo: Comprender el panorama general de la mamografía en Brasil, de 2013 a 2022, así como su impacto en la supervivencia de los pacientes. Métodos: Se trata de un artículo observacional, transversal y descriptivo a través de la recolección de datos epidemiológicos. Los datos fueron obtenidos del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud (DATASUS) de la subsección del Sistema de Información del Cáncer (SISCAN). Resultados: Entre 2013 y 2022, se realizaron un total de 20.937.472 exámenes de mamografía en Brasil, de los cuales 20.895.863 fueron realizados en mujeres y 41.451 en hombres. Entre 2013 y 2022, el grupo de edad entre 50 y 54 años fue el más prevalente, totalizando 4.401.771 exámenes. En cuanto a la educación, el examen fue más realizado por personas con Enseñanza Básica Incompleta, totalizando 61.588 exámenes. El mayor número de exámenes ocurrió cada 1 año, con un total de 6.079.698. En cuanto al Sistema de Reporte y Datos de Imagen de Mama (BIRADS), la categoría 2 presentó el mayor número de casos, totalizando 10.225.663. Conclusión: La mamografía sigue siendo la prueba de elección para reducir la morbilidad y aumentar la supervivencia de las pacientes.
Referencias
ALMEIDA LS, et al. Acesso ao exame de mamografia na atenção primária. Rev. enferm. UFPE on line, 2017; 7: 4885-4894.
BERNARDES NB, et al. Câncer de Mama X Diagnóstico/Breast Cancer X Diagnosis. Revista de psicologia, 2019; 13(44): 877-885.
BURANELLO MC, et al. Prática de exames de rastreio para câncer de mama e fatores associados–Inquérito de Saúde da Mulher em Uberaba MG, Brasil, 2014. Ciência & Saúde Coletiva, 2018; 23: 2661-2670.
BOUMARAF S, et al. A new computer-aided diagnosis system with modified genetic feature selection for bi-RADS classification of breast masses in mammograms. BioMed Research International, 2020; 20(2).
BATISTA GJ, et al. Impacto da mamografia de rastreamento na identificação de preditores de câncer de mama no Estado do Tocantins. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 2021; 10(6): e3110615307.
CARVALHO JBL, et al. Rastreamento do câncer de mama: conhecimentos e práticas de trabalhadores na Unidade Básica de Saúde. Revista Família, Ciclos de Vida e Saúde no Contexto Social, 2019; 7(3): 306-312.
DAVID CG, et al. Principais achados dos exames de ultrassonografias mamárias e classificação BI-RADS. Revista Brasileira de Ultrassonografia, 2020; 28(29): 10-14.
GOMES ES, et al. Ações de rastreio dos cânceres de mama e do colo do útero em uma região do Paraná. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção, 2018; 8(4): 392-400.
GOMES EA, et al. Detecção precoce do câncer de mama por mamografia: análise da trajetória de mulheres. Revista de APS, 2018; 21(1).
GOMES EA, et al. Motivos da não realização da mamografia por mulheres com idades entre 60 e 69 anos. Rev. APS, 2018; 21(2): 244-250.
GALLEGO-RAMÍREZ OM, et al. Prevalencia y Factores de Riesgo en Pacientes con Cáncer de Mama. Dom. Cien, 2022; 8(1): 1266-1285.
MIGOWSKI A, et al. Diretrizes para detecção precoce do câncer de mama no Brasil. III-Desafios à implementação. Cadernos de Saúde Pública, 2018; 34(2).
MIGOWSKI A, et al. Diretrizes para detecção precoce do câncer de mama no Brasil. II-Novas recomendações nacionais, principais evidências e controvérsias. Cadernos de Saúde Pública, 2018; 34: e00074817.
MORENO TES, et al. Prevalência e fatores associados à realização da mamografia no Estado de Pernambuco durante o período de 2015-2019. Brazilian Journal of Development, 2021; 7(7): 65796-65806.
OLIVEIRA ALR, et al. Fatores de risco e prevenção do câncer de mama. Cadernos da Medicina, 2020; 2(3).
RAMOS ACV, et al. Estratégia Saúde da Família, saúde suplementar e desigualdade no acesso à mamografia no Brasil. Rev Panam Salud Publica, 2018; 27(42): e166.
RÊGO NTDS, et al. Fatores epidemiológicos associados à realização da mamografia. R. Interd, 2019; 12(1): 59-67.
SOUZA NHA, et al. Câncer de mama em mulheres jovens: estudo epidemiológico no Nordeste Brasileiro. Revista de Políticas Públicas, 2017; 16(2).
SANTOS TB, et al. Prevalência e fatores associados ao diagnóstico de câncer de mama em estágio avançado. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27: 471-482.
SPAK DA, et al. A summary of changes. Diagnostic and interventional imaging, 2017; 98(3): 179-190.
SANT'ANA RS, et al. Fatores associados às alterações mamográficas em mulheres submetidas ao rastreamento do câncer de mama. Einstein, 2016; 14(3):324-329.
SILVA MRB. Ética em pesquisa: o sistema brasileiro de avaliação e o policiamento epistemológico para as ciências humanas e sociais. Revista Tecnologia e Sociedade, 2022; 18(52): 131-145.
SANTOS BR, et al. Laudos de mamografia de rastreamento no Brasil, uma análise da cobertura e dos indicadores socioeconômicos. Concilium, 2022; 22(4): 901-908.
SEDIYAM CMNO, et al. Fatores relacionados à idade de realização do primeiro exame de mamografia em mulheres atendidas em um serviço público de Belo Horizont-MG. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(5).
SHIMIZU FG, et al. Mamografia de rastreamento, atenção primária e decisão compartilhada: a voz das mulheres. Rev. APS, 2022; 25(2): 21-39.
TIENSOLI SD, et al. Iniquidade em saúde, comportamentos não saudáveis e cobertura de mamografia no Brasil. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020; 73(4).
VILAS-LOBO GR, et al. Mamografia de rastreamento no SUS antes e durante a Pandemia de Covid-19: uma comparação entre biênios Research, Society and Development, 2022; 11(10): e210111032738.
