Google Académico | Citações: 1937 | índice h: 18 | índice i10: 52
Síndrome de Burnout en Brasil entre 2014 y 2024: un estudio transversal sobre género
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Burnout Syndrome
Gender
Occupational health
Epidemiology
SUS

Cómo citar

Síndrome de Burnout en Brasil entre 2014 y 2024: un estudio transversal sobre género. (2025). Revista Eletrônica Acervo Científico, 25, e22128. https://doi.org/10.25248/reac.e22128.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objective: To analyze the prevalence of Burnout Syndrome (BS) in Brazil by gender from 2014 to 2024. Methods: A cross-sectional descriptive study using secondary data obtained from the Notifiable Diseases Information System (SINAN) via the TABNET tabulator, analyzing the temporal variation of epidemiological indicators accessed on the website of the Brazilian Unified Health System’s Informatics Department (DATASUS) in March 2025, covering BS diagnoses between 2014 and 2024. Results: In Brazil, over a decade, 1,464 cases of BS were reported, with a significant disparity between genders: 71.38% in women (n=1,045) and 28.62% in men (n=419). The year 2024 recorded the highest number of cases (n=415), with 296 notifications in women and 119 in men, suggesting a possible influence of the global COVID-19 pandemic on work dynamics between genders in Brazil. Conclusion: The study confirmed an exponential trend of BS among women, with an acceleration after 2020, associated with factors related to the COVID-19 pandemic, such as double work shifts, remote work, and worsening labor conditions in Brazil.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ANTUNES ED, et al. A ponta do iceberg: o teletrabalho durante a pandemia. Saúde e Sociedade, 2023; 32(3): e220075pt.

BELTRAME BS, et al. Mulheres com doenças mentais e carreira: revisão sistemática da literatura. RGO – Revista Gestão Organizacional, 2023; 16(2): 135–154.

BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102066_informativo.pdf. Acessado em: 9 abr. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Síndrome de Burnout. Brasília: Ministério da Saúde, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sindrome-de-burnout. Acessado em: 17 abr. 2025.

CORBANEZI E, RASIA JM. Apresentação do Dossiê: Racionalidade Neoliberal e Processos de Subjetivação Contemporâneos. Mediações - Revista de Ciências Sociais, 2020; 25(2): 287–301.

DEJOURS C. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. 1. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2021.

FERREIRA JA, et al. Análise epidemiológica da Síndrome de Burnout em mulheres de 20 a 49 anos entre 2018 a 2022 no Brasil. Revista Multidisciplinar em Saúde, 2024; 5(3): 34–44.

FIOCRUZ. COVID-19: impacto na saúde mental de profissionais de saúde. Informe ENSP, Rio de Janeiro, 2021. Disponível em: https://informe.ensp.fiocruz.br/secoes/noticia/45072/51044. Acessado em: 18 abr. 2025.

GIL AC. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2021.

GOMES CM. Gênero como categoria de análise decolonial. Civitas: revista de Ciências Sociais, [S. l.], 2018; 18(1): 65–82. DOI: 10.15448/1984-7289.2018.1.28209. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/civitas/article/view/28209. Acessado em: 13 ago. 2025.

JARRUCHE LT, MUCCI S. Síndrome de burnout em profissionais da saúde: revisão integrativa. Revista Bioética, 2021; 29(1): e29.

MARTINS SSV, et al. Casais de dupla jornada: diferenças entre homens e mulheres frente à conciliação entre trabalho e família. Revista Economia & Gestão, 2024; 24(68): 77–99.

RAGO M. Epistemologia feminista, gênero e história. 1. ed. Compostela: CNT-Compostela, ago. 2012.

SCOTT J. Gender: a useful category of historical analysis. In: GENDER AND THE POLITICS OF HISTORY. New York: Columbia University Press, 1989.

OMS. CID-11: Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. 11ª ed. Genebra: OMS, 2019. Disponível em: https://icd.who.int. Acessado em: 24 abr. 2025.

ONU MULHERES. Orçamentos sensíveis ao gênero e a importância do apoio às mães solo. 2023. Disponível em: https://onumulheres.org.br/wp-content/themes/vibecom_onu/pdfs/orcamentos-conceitos.pdf. Acessado em: 13 abr. 2025.

ORELLANA JDY, et al. Excesso de mortes durante a pandemia de COVID-19: subnotificação e desigualdades regionais no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2021; 37: e00259120.

SQUILASSI IB, et al. Compreendendo os imbricamentos da Tripla Jornada de Trabalho Feminina e o Burnout em mulheres empreendedoras. 2024.

TRISTÃO AC, et al. Gênero, pandemia e trabalho: as múltiplas jornadas das mulheres e os impactos na saúde mental das trabalhadoras durante a pandemia de Covid-19. Revista do Tribunal Superior do Trabalho, 2023.

WHO. Burn-out an "occupational phenomenon": International Classification of Diseases. Genebra: WHO, 2021. Disponível em: https://www.who.int/news/item/28-05-2019-burn-out-an-occupational-phenomenon-international-classification-of-diseases. Acessado em: 24 abr. 2025.