Resumo
Objetivo: Apresentar e discutir os conceitos de português como língua colonial, materna, adicional e de acolhimento no Brasil. Revisão bibliográfica: A partir de diversos autores, refletimos acerca da colonização no Brasil e dos violentos processos de imposição da língua portuguesa aos indígenas como instrumento de dominação física e política, aculturação e doutrinação religiosa, tendo o idioma atuado como ferramenta de epistemicídio. A partir desse epistemicídio perpetrado pela língua portuguesa, houve sua consolidação no território no decorrer dos séculos. Nesse sentido, discutimos sobre seu ensino-aprendizagem como língua materna da maioria da população brasileira em diversas abordagens pedagógicas. Em seguida, tratamos do ensino-aprendizagem de português como língua não materna nas perspectivas de língua adicional e de língua de acolhimento, apresentando e problematizando esses conceitos a partir dos sujeitos usuários do idioma. Considerações finais: De acordo com a literatura revisada, pode-se evidenciar a importância das pessoas envolvidas no processo de educação linguística, pois são elas que determinam a abordagem e o sentido que o idioma pode ter.
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