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Palabras clave

Enteroparasitosis
Enfermería en salud pública
Factores de riesgo
Atención primaria de salud

Cómo citar

Prevalencia de enteroparasitosis en niños y adolescentes y factores de riesgo asociados: actuación de la enfermería en la educación para la salud. (2026). Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, 26, e22877. https://doi.org/10.25248/reaenf.e22877.2026

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Resumen

Objetivo: Determinar la prevalencia de infecciones parasitarias intestinales e identificar los factores de riesgo asociados en una población de niños y adolescentes atendidos en una Unidad de Salud Familiar (USF) en Jaboatão dos Guararapes. Métodos: Se realizó un estudio epidemiológico observacional, descriptivo, transversal, con análisis cuantitativo. La muestra consistió en 37 participantes, reclutados en una USF. La recolección de datos se basó en la aplicación de un cuestionario semiestructurado y el análisis retrospectivo de historias clínicas. Para el análisis estadístico inferencial, se utilizó el software IBM SPSS. Resultados: La prevalencia de infección parasitaria sospechada o diagnosticada fue del 22%. El análisis identificó la edad ≤ 7 años (OR ajustado = 2,85; IC 95%: 1,12-7,24) y el lavado inconsistente de manos antes de las comidas (OR ajustado = 3,42; IC 95%: 1,29-9,08) como factores de riesgo significativos e independientes. Un hallazgo esencial fue la persistencia de casos en un contexto de acceso ampliamente reportado a saneamiento básico (97,3%) y agua tratada (89,2%), coexistiendo con una brecha de conocimiento significativa, en la que el 30% de los tutores desconocía el concepto de parásitos intestinales. Conclusión: El estudio revela una brecha persistente entre la infraestructura sanitaria y las prácticas de higiene, lo que impulsa las infecciones parasitarias. Aunque la pequeña muestra limita la generalización, los hallazgos subrayan la necesidad de intervenciones de educación para la salud dirigidas y lideradas por enfermería.

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