Google Acadêmico | Citações: 1098 | índice h: 15 | índice i10: 38
Aplicabilidade da cronofarmacologia no aprazamento de medicações em unidade de terapia intensiva: revisão integrativa
PDF

Palavras-chave

Esquema de medicação
Fenômenos cronobiológicos
Enfermagem

Como Citar

Aplicabilidade da cronofarmacologia no aprazamento de medicações em unidade de terapia intensiva: revisão integrativa. (2020). Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, 3, e4385. https://doi.org/10.25248/reaenf.e4385.2020

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Identificar evidências científicas sobre a aplicabilidade da cronobiologia e cronofarmacologia para subsidiar a tomada de decisão clínica do enfermeiro no aprazamento das medicações potencialmente perigosas de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva. Revisão integrativa da literatura desenvolvido em duas etapas: I) análise da lista de medicamentos dispensados para a Unidade de Terapia Intensiva; II) desenvolvimento das fases da revisão de literatura. As duas medicações mais dispensadas foram heparina e insulina. As evidências científicas apontaram que a heparina atinge o maior potencial terapêutico no período noturno. Em relação à insulina, não foi encontrado estudo sobre sua administração exógena e os achados científicos evidenciaram desacordo quanto ao ritmo circadiano da concentração plasmática da insulina e a responsividade das células B pancreáticas. Porém, estudos apontaram que a sensibilidade à insulina é menor durante a noite. Os dados encontrados são pioneiros e podem subsidiar o enfermeiro no que tange sua prática de aprazamento de medicações em Unidades de Terapia Intensiva. Tais achados podem contribuir para que os medicamentos sejam administrados em momentos adequados, visando à maximização das suas indicações clínicas junto aos pacientes em cuidados intensivos.

PDF