Resumen
Objetivo: Analizar la producción científica sobre violencia obstétrica, identificando las intervenciones y el papel de las enfermeras en la prevención de este tipo de violencia. Métodos: Se trata de una revisión integrativa, realizada en la BVS, en las bases de datos LILACS y BDENF. Para el levantamiento de los estudios, fueron utilizados los siguientes términos, según los Descriptores en Ciencia y Salud (DECS): “Violencia obstétrica” Y “enfermería”. Se buscaron artículos entre los años 2018 a 2023. Resultados: Se utilizaron 11 artículos que respondieron a la pregunta guía. A partir del análisis de los artículos se evidenció la importancia de la formación y las medidas preventivas para los profesionales de enfermería. Consideraciones finales: La violencia obstétrica se caracteriza por el proceso de desapropiación del cuerpo femenino y la autonomía de la mujer, exponiéndola a tratos deshumanizados, procedimientos invasivos innecesarios, uso excesivo de medicamentos, patologización de procesos naturales y abuso psicológico. Las enfermeras juegan un papel clave en la prevención de la violencia obstétrica. Deben explicar procedimientos, evitar procedimientos invasivos, escuchar a la mujer, promover el derecho a tener acompañante, garantizar el acceso a la cama, orientar a la mujer sobre sus derechos y mantenerse siempre actualizada.
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