Resumen
Objetivo: Evaluar la contribución de las prácticas ergonómicas a la prevención y reducción de los síntomas de depresión y ansiedad en el entorno laboral. Métodos: Se trata de una revisión integrativa, con búsquedas realizadas en SciELO, BVS, PubMed, Google Scholar y el Portal CAPES entre 2014 y 2024. Se seleccionaron ocho estudios que vinculan las intervenciones ergonómicas con la salud mental en el entorno laboral. Resultados: Las intervenciones más efectivas fueron la ergonomía participativa, la adecuación del mobiliario ergonómico, los descansos programados durante el trabajo, las mejoras acústicas y de iluminación, y la capacitación ergonómica participativa. La ergonomía participativa se destacó, con una reducción promedio del 42% en los síntomas de depresión y ansiedad, y fue considerada la más efectiva por los estudios analizados. Consideraciones finales: Por lo tanto, se puede considerar que las prácticas ergonómicas tienen un impacto significativo y efectivo no solo en la prevención de los trastornos mentales relacionados con el trabajo, sino también en la promoción de la salud ocupacional en general. Al promover entornos laborales más saludables, seguros y productivos, estas intervenciones contribuyen a reducir el ausentismo, mejorar la calidad de vida de los trabajadores y fortalecer el capital humano dentro de las organizaciones.
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