Resumen
Objetivo: Trazar el perfil epidemiológico de personas mayores potenciales donantes de órganos bajo protocolo de muerte encefálica. Métodos: Se trata de una investigación retrospectiva, documental y descriptiva, con enfoque cuantitativo, realizada en un Hospital Universitario del estado de Paraná, Brasil. Se incluyeron en el estudio pacientes con edad ≥ 60 años, con protocolo de muerte encefálica abierto y hospitalizados en la Unidad de Cuidados Intensivos entre 2015 y 2022. El análisis estadístico fue descriptivo, con presentación de frecuencias absolutas y relativas. Resultados: La muestra estuvo compuesta por 71 pacientes (59,2% del sexo femenino; edad media de 71,2 años). Accidente Cerebrovascular isquémico fue la causa de hospitalización más frecuente (39,4%). Del total, el 85,9% presentaba alguna comorbilidad, destacándose la Hipertensión Arterial Sistémica, seguida de Diabetes Mellitus. El tiempo medio de hospitalización entre la apertura y el cierre del protocolo fue de 3,1 días, con una tasa de supervivencia del 56,3%. Entre los sobrevivientes hasta el cierre del protocolo, el 40% efectivó la donación de órganos, mientras que el 60% no lo hizo, por rechazo familiar o incompatibilidad con los receptores. Conclusión: Se observó un predominio del sexo femenino, víctimas de accidente cerebrovascular isquémico, con comorbilidades y en uso continuo de medicamentos.
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