Resumo
Objetivo: Descrever a atuação do enfermeiro na humanização do cuidado paliativo oncológico e seus impactos na qualidade de vida e na saúde mental do paciente. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases SciELO, PubMed e BVS, com a seleção de artigos publicados entre 2021 e 2025. Resultados: Foi evidenciado que a atuação do enfermeiro, pautada na escuta ativa, comunicação clara, acolhimento e educação em saúde, contribui de forma significativa para a redução do sofrimento em pacientes em cuidados paliativos oncológicos. Além disso, a utilização do Processo de Enfermagem, associada à Teoria do Conforto de Katharine Kolcaba, mostrou-se essencial para o desenvolvimento de um plano assistencial individualizado e centrado nas necessidades do paciente. Considerações finais: Pode se considerar que o cuidado humanizado prestado pelo enfermeiro proporciona qualidade de vida, conforto, autonomia e dignidade durante o processo de adoecimento. O estudo destaca, ainda, a importância da capacitação contínua dos profissionais e do fortalecimento das políticas públicas voltadas aos cuidados paliativos, a fim de garantir uma assistência qualificada e humanizada.
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