Resumo
Objetivo: Buscar na literatura o que as evidências científicas abordam sobre os tipos de violências obstétricas e o papel do enfermeiro. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de caráter exploratório e cunho qualitativo Foram utilizados os descritores: "assistência de enfermagem”, “prática de enfermagem” combinados às palavras: “violência obstétrica”, selecionando artigos publicados no período de 2015 a 2021 na base de dados Medline e LILACS. A busca resultou em 19 artigos. Após a utilização dos critérios de inclusão e exclusão, o corpus da análise resultou em 11 artigos. Resultados: Após leitura e análise dos artigos relacionados, foi identificado que muitas mulheres não têm ciência sobre a prática de violências a que são submetidas por considerarem atos normais, quando na verdade trata-se de violências obstétricas e que o papel do enfermeiro nos detalhes é essencial para a mudança desses atos. Considerações finais: Visto que é de suma importância mudanças no modelo de assistência obstétrica no Brasil, há uma grande necessidade de expor para as parturientes a importância de se manterem informadas sobre a violência obstétrica, sendo orientadas e tratadas como donas do próprio corpo.
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