Resumen
Objetivo: Informar sobre la experiencia de desarrollar una propuesta de intervención dirigida a incrementar la participación de la pareja en las consultas prenatales en una unidad de salud de la provincia de Uíge, Angola. Informe de la experiencia: La experiencia se desarrolló en el contexto de una especialización en Enfermería Obstétrica, a partir de un diagnóstico situacional realizado mediante el análisis de los registros administrativos agregados de la unidad y la observación de la rutina del servicio durante una pasantía supervisada. El uso del Árbol de Problemas permitió identificar las causas institucionales y socioculturales relacionadas con la baja participación masculina en la atención prenatal y orientó la definición de objetivos y estrategias. El proceso resultó en el desarrollo de un Plan de Acción estructurado en ejes estratégicos, que incluye capacitación de equipos, acciones educativas para parejas, reorganización de la atención y medidas institucionales para la inclusión de la pareja. Consideraciones finales: La experiencia puso de relieve la necesidad de cambios organizativos y culturales para fortalecer la atención compartida. Asimismo, permitió la construcción de un instrumento técnico aplicable a la Atención Primaria de Salud, con potencial para promover la inclusión familiar en la atención prenatal y fortalecer las acciones preventivas en salud sexual y reproductiva.
Referencias
ALBERTO HG, et al. Gestar juntos: amar desde o início. eduCAPES, 2025. Disponível em: http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133315. Acessado em: 06 de fevereiro de 2026.
ALBERTO HG, et al. Paternidade ativa: presença que transforma. eduCAPES, 2025. Disponível em: http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133316. Acessado em: 06 de fevereiro de 2026.
ALBERTO HG, et al. Proposta de nota técnica Pré-Natal do Homem na Atenção Primária à Saúde. eduCAPES, 2025. Disponível em: http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133318. Acessado em: 06 de fevereiro de 2026.
ALMEIDA DF, et al. Manual do pré-natal do parceiro. São Luís: UNICEUMA, 2021.
BALICA LO, AGUIAR RS. Percepções paternas no acompanhamento do pré-natal. Revista Atenção à Saúde, 2019; 17(61): 114-126.
BRANCO VMC, et al. Unidade de Saúde Parceira do Pai. Rio de Janeiro: SMSDC-Rio, 2009.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia do Pré-Natal do Parceiro para Profissionais de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.
CABRITA BAC, et al. A ausência do companheiro nas consultas de pré-natal: desafios e conquistas. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 2012; 4(3): 1-15.
CARVALHO DDSM, et al. A importância da adesão do parceiro ao pré-natal para o acompanhamento e desenvolvimento gestacional. Revista Saúde e Desenvolvimento, 2023; 4(9): 1-10.
DUARTE G. Extensão da assistência pré-natal ao parceiro como estratégia de aumento da adesão ao pré-natal e redução da transmissão vertical de infecções. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2007; 29(4): 1-6.
FERREIRA MGBL, et al. Circuito eu sou SUS: uma estratégia para fortalecer a atenção pré-natal. Enferm Foco, 2021; 12(Supl 1): 67-71.
GUEDES IS, PRAZERES IMA. O impacto do modelo hegemônico da masculinidade no cuidado em saúde. Revista Científica do Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar, 2022; 3(2): 21-28.
INSTITUTO PROMUNDO. A situação da paternidade no Brasil 2019: tempo de agir. Rio de Janeiro: Promundo, 2019.
MAXIMINIANO ACA. Administração de projetos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MENDES LMC, et al. Representações de enfermeiros sobre a participação de parceiros no cuidado pré-natal: perspectiva sobre as masculinidades. Revista Brasileira de Enfermagem, 2025; 78(Supl 1): e20240160.
MENDES SC, SANTOS KCB. Pré-natal masculino: a importância da participação do pai nas consultas de pré-natal. Enciclopédia Biosfera, 2019; 16(29): 2120.
MINISTÉRIO DA SAÚDE (ANGOLA). Anuário Estatístico Sanitário: compilação das estatísticas sanitárias do Sistema Nacional de Saúde – 2021. Luanda: Ministério da Saúde, 2021.
OLIVEIRA CMCS, OLIVEIRA MA. Projeto de intervenção associado à árvore de problemas: metodologia para elaboração do projeto de intervenção (PI). São Paulo: Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, 2015.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Recomendações sobre cuidados pré-natais para uma experiência positiva na gravidez. Genebra: OMS, 2016.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde. Linha de cuidado materno infantil do Paraná: atenção materno-infantil: gestão. 8. ed. Curitiba: SESA, 2022.
RIO DE JANEIRO (Município). Secretaria Municipal de Saúde. Guia rápido pré-natal: atenção primária à saúde: ciclos da vida. 4. ed. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Saúde, 2025.
SANTOS DN, et al. Paternidade ativa: promovendo o envolvimento dos homens na paternidade e no cuidado. Revista Saberes da Fapan, 2025; 13(2): 1-15.
UISSIRAMO VTL, et al. Participação dos parceiros na consulta pré-natal no centro de saúde da cidade de Lichinga. Rev Rio de Janeiro, 2022; (5): 1-10.
