Mastocitose Cutânea em Recém-Nascido: Relato de Caso
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Resumen
Mastocitose é o termo que designa várias entidades clinicamente distintas, que se caracterizam pela proliferação e posterior acúmulo tissular de mastócitos. Essa patologia pode restringir-se a pele, órgão mais frequentemente envolvido, ou comprometer ainda outros órgãos, sendo denominada mastocitose sistêmica. A forma cutânea é a mais frequente na infância, geralmente autolimitada, com evolução benigna e regressão espontânea na adolescência, enquanto a forma sistemica, que cursa com concentração dessas células em outros órgãos e tecidos, costuma ter início a partir da terceira década de vida, podendo ser progressiva e até fatal. Dentre as formas cutâneas descritas pela Organização Mundial de Saúde, a urticária pigmentosa é a apresentação mais comum em crianças: são máculas, pápulas, nódulos ou placas, de coloração vermelho-acastanhada, encontradas especialmente na região do tronco. Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de mastocitose em um recém-nascido, no qual o quadro clínico e a biópsia foram suficientes para o diagnóstico; além de advertir o pediatra sobre a importância dessa doença como diagnóstico diferencial em pacientes com lesões de pele no período neonatal.
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