Uso de psicoestimulantes por estudantes de medicina em uma faculdade particular de Juiz de Fora - MG

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Amanda Borges Teixeira
Bruna Reboredo Lôbo
Gustavo de Paula Paiva
João Otávio de Souza Carvalho
Laura Brandão Lemos
Leticia Nunes Arantes Fuhr
Lília Alves dos Santos
Guilherme Henrique Faria do Amaral
Nathália Barbosa do Espírito Santo Mendes
Guillermo Patricio Ortega Jácome

Resumo

O presente trabalho almejou verificar o uso de psicoestimulantes por parte dos acadêmicos de medicina de uma faculdade particular de Juiz de Fora. Foi realizado um estudo observacional do tipo transversal com 213 alunos acadêmicos de medicina do 1° ao 12° períodos, com exclusão dos menores de 18 anos. Os dados foram coletados por meio do questionário: “Adult Self-Report Scale”, onde o uso de psicoestimulantes foi constatado em 31,5% dos entrevistados. Ainda, dentre os que não utilizaram, 31,5% reportaram interesse prévio no uso. A maioria dos usuários era do sexo feminino (52,2%), sendo que 62,7% dos acadêmicos que alegaram uso de psicoestimulantes não possuíam diagnóstico prévio de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Portanto, observa-se a relevância da compreensão do padrão de uso atual de psicoestimulantes por universitários, corroborando para possíveis estratégias de melhora da saúde mental relacionadas ao tema. 

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Como Citar
TeixeiraA. B., LôboB. R., PaivaG. de P., CarvalhoJ. O. de S., LemosL. B., FuhrL. N. A., dos SantosL. A., do AmaralG. H. F., MendesN. B. do E. S., & JácomeG. P. O. (2020). Uso de psicoestimulantes por estudantes de medicina em uma faculdade particular de Juiz de Fora - MG. Revista Eletrônica Acervo Científico, 12, e3599. https://doi.org/10.25248/reac.e3599.2020
Seção
Artigos