La eficacia de la profilaxis con palivizumab para infecciones agudas por virus respiratorio sincitial en poblaciones de riesgo: una revisión de la literatura
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Resumen
Objetivo: Analizar los resultados con el uso de palivizumab, los criterios de elegibilidad y el número de dosis, evaluando su efectividad en la prevención de infecciones respiratorias por Virus Respiratorio Sincitial (VRS). Métodos: La metodología se basó en una revisión integrativa de la literatura en la Biblioteca Nacional de Medicina, Biblioteca Virtual en Salud y Directorio de Revistas de Acceso Abierto. Los descriptores fueron: “Prevención de enfermedades”, “Infecciones por virus respiratorio sincitial” y “Palivizumab”, con los filtros ensayo clínico, ensayo controlado aleatorizado, rango de edad nacimiento-23 meses, en inglés, portugués y español, publicado entre 2012 y 2022. Resultados: El desenlace clínico más prevalente observado fue la hospitalización por VRS, que disminuyó posprofilaxis, así como episodios de sibilancias. El número de dosis aplicadas fue, en promedio, de 3 a 5, siendo ineficaz por debajo de este número y justificado, por encima de él, sólo en países donde la incidencia de VSR es mayor. El perfil de los elegibles difirió en cuanto a edad y edad gestacional, siendo unánimes las comorbilidades presentadas: prematuros, pacientes con cardiopatías congénitas hemodinámicamente significativas o enfermedad pulmonar crónica. Consideraciones finales: Así, palivizumab es eficaz en la prevención de infecciones graves por VSR y el número de dosis aplicadas es adecuado, sin embargo, los criterios de inclusión no son iguales.
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