Perfiles clínicos, socioeconómicos y ambientales de las personas que viven con VIH/SIDA en Roraima

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Pâmella Graziella Gomes Fontenelle
Victhoria Castilho Simão
Luiza Helena Barreto Cavalcante
Gracielli Nonato Barbosa
Caroline Barbosa Moura
Alex Moraes do Nascimento Júnior
Ana Iara Costa Ferreira
Bianca Jorge Sequeira
Leila Braga Ribeiro
Fabiana Nakashima

Resumen

Objetivo: Identificar los perfiles clínico, socioeconómico y ambiental de las personas viviendo con VIH/SIDA (PVVIH/SIDA) en Roraima. Métodos: Investigación observacional, prospectiva con enfoque cualitativo y cuantitativo de tipo descriptivo realizada entre noviembre/2020-octubre/2021, aprobada por el Comité de Ética en Investigación. Se aplicó un cuestionario, con análisis realizado en Microsoft Excel y GraphPad 3.0. Resultados: Participaron de la encuesta 254 personas, 100 (39%) mujeres y 154 (60%) hombres, 222 (87%) brasileños y 32 (12%) venezolanos, la mayoría con edades entre 30-49 años (57%), con ingreso de 1 salario mínimo (41%), con bachillerato (29%). Una parte importante de los participantes presenta manifestaciones clínicas con el uso de la TARV, como mareos, náuseas y trastornos del sueño. La mayoría vive en la capital, cuenta con saneamiento básico y recolección de basura. El 59% tiene hijos y el 50% no tiene pareja sexual estable. Conclusión: El perfil de PVVIH/SIDA en Roraima es de 30-49 años, brasileña, secundaria completa, con 1 salario mínimo, donde los síntomas previos al diagnóstico fueron diarrea, catarro prolongado, manchas en la piel, pérdida de peso, y 48 participantes hacen Uso irregular de ART. La mayoría vive en Boa Vista, con municipios con poca adherencia al tratamiento y consecuente seguimiento de la condición.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Cómo citar
FontenelleP. G. G., SimãoV. C., CavalcanteL. H. B., BarbosaG. N., MouraC. B., Nascimento JúniorA. M. do, FerreiraA. I. C., SequeiraB. J., RibeiroL. B., & NakashimaF. (2022). Perfiles clínicos, socioeconómicos y ambientales de las personas que viven con VIH/SIDA en Roraima. Revista Eletrônica Acervo Médico, 20, e11253. https://doi.org/10.25248/reamed.e11253.2022
Sección
Artigos Originais

Citas

1. ARAÚJO KMST, et al. Qualidade de vida segundo comorbidades mais prevalentes em idosos com o vírus da imunodeficiência adquirida. Revista Eletrônica de Pesquisa Cuidado é Fundamental, 2022; 14: e10795.

2. BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim epidemiológico: HIV e AIDS, 2019. Disponível em: https://www.saude.go.gov.br/images/imagens_migradas/2019/12/boletimhivaids2019.pdf. Acessado em: 5 de julho de 2022.

3. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos, 2018. Disponível em: https://prceu.usp.br/wp-
content/uploads/2020/05/pcdt_adulto_12_2018_web1.pdf. Acessado em: 15 de agosto de 2022.
4. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde: volume único, 2019; 237-239. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_3ed.pdf. Acessado em: 20 de agosto de 2022.

5. BRITO NMI, et al. Idosos, infecções sexualmente transmissíveis e AIDS: conhecimentos e percepção de risco. ABCS Health Sciences Journal, 2016; 140-145.

6. CASTRO SS, et al. Tendência temporal dos casos de HIV/aids no estado de Minas Gerais, 2007 a 2016. Revista Epidemiologia e Serviços da Saúde, 2020; 29(1): e2018387.

7. CAVALCANTI LJ, et al. Adolescents in provisional reception: investigative analysis about the vulnerability to HIV. Revista Eletrônica de Pesquisa (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), 2015; 7(2): 2516-25.

8. CUNHA AP, et al. Análise da tendência da mortalidade por HIV/AIDS segundo características sociodemográficas no Brasil, 2000 a 2018. Revista Ciência e Saúde Coletiva, 2022; 27(3): 895-908.

9. GARCIA EC, et al. Representações sociais de adolescentes sobre a transmissão do HIV/AIDS nas relações sexuais: vulnerabilidade e riscos. Escola Anna Nery, 2022; 26: e20210083.

10. GASPAR RS, et al. Temporal analysis of reported cases of tuberculosis and of tuberculosis-HIV coinfection in Brazil between 2022 and 2012. Revista Brasileira de Pneumologia, 2016; 42(6): 416-22.

11. GÓMEZ-VASCO GD, et al. Vulnerabilidad social, un blanco fatal de la coinfección tuberculosis-VIH en Cali. Revista Infectio, 2021; 25(4): 207-211.

12. GONÇALVES SRL, et al. Caracterização clínica, antropométrica e identificação da síndrome de emaciação em portadores do vírus HIV hospitalizados. Pará Research Medical Journal, 2019; 3(1): e02.

13. GUIMARÃES MDC, et al. Conhecimento sobre HIV/aids entre HSH no Brasil: um desafio para as políticas públicas. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2019; 22(1): e190005.

14. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística: Cidades e Estados, 2021. Disponível em: < https://www.ibge.gov.br/cidades-eestados/rr/boa-vista.html. Acessado em: 10 de julho de 2022.

15. MACEDO PO, et al. Perfil sociodemográfico e determinantes sociais da coinfecção tuberculose-HIV no Brasil: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, 2022; 11(7): e5311729481.

16. MARTINS LBM, et al. Fatores associados ao uso de preservativo masculino e ao conhecimento sobre DST/AIDS em adolescentes de escolas públicas e privadas do Município de São Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2006; 22(2): 315-23.

17. MOURA JP, FARIA MR. Caracterização e perfil epidemiológico das pessoas que vivem com HIV/AIDS. Revista de Enfermagem UFPE online, 2017; 11(12): 5214-20.

18. PAIVA SS, et al. Análise espacial da AIDS e os determinantes sociais de saúde. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2019; 22: e190032.

19. PEREIRA RB, et al. Fatores associados à vulnerabilidade de idosos ao HIV/AIDS: revisão integrativa. Revista Espaço para a Saúde, 2022; 23: e802.

20. PEREIRA BS, et al. Fatores associados à infecção pelo HIV/AIDS entre adolescentes e adultos jovens matriculados em Centro de Testagem e Aconselhamento no Estado da Bahia, Brasil. Revista Ciência & Saúde Coletiva, 2014; 19(3): 747-58.

21. SANHUEZA-SANZANA C, et al. Mortality from AIDS and tuberculosis-HIV coinfection in the Chilean AIDS Cohort of 2000-2017. Caderno de Saúde Pública, 2021; 37(6).

22. SANTOS JL, et al. Perfil clínico e epidemiológico de homens que fazem sexo com homens vivendo com HIV/AIDS. Revista Saúde e Pesquisa, 2022; 15(1): e7688.

23. SANTOS VP, et al. Conhecimento, renda e práticas de prevenção acerca do HIV/AIDS entre estudantes universitários. Revista Saúde e Pesquisa, 2022; 15(1): e9040.

24. SARDINHA NS, et al. Estudo observacional sobre HIV/AIDS em indivíduos entre 13 e 19 anos do município de Maringá (PR). Revista Saúde e Pesquisa, 2015; 8(5): 71-8.

25. SILVA AR, et al. Percepções de pessoas com tuberculose/HIV em relação à adesão ao tratamento. Acta Paulista de Enfermagem, 2022; 35: eAPE03661.

26. SOUSA LRM, et al. Representações sociais do HIV/Aids por idosos e a interface com a prevenção. Revista Brasileira de Enfermagem, 2019; 72(5): 1129-36.

27. SPERHACKE RD, et al. HIV prevalence and sexual behavior among young male conscripts in the Brazilian army, 2016. Medicine Baltimore, 2018; 97(1).

28. SU X, et al. Depression, loneliness, and sexual risk-taking among HIV negative/unknown men who have sex with men in China. Archives of sexual behavior, 2018; 47(7): 1959-68.

29. TRINDADE FF, et al. Perfil epidemiológico e análise de tendência do HIV/Aids. Journal Health NPEPS, 2019; 4(1): 153-65.