Dengue fever in the state of Pará: a temporal analysis and spatial distribution, from 2014 to 2024

Main Article Content

Kallyto Amorim Costa
André Luis Silva Nunes
Lucas Costa Sá
Ana Cristina Doria dos Santos

Abstract

Objective: To outline the epidemiological profile of dengue cases in the state of Pará, from 2014 to July 2024. Methods: This is an epidemiological, retrospective, longitudinal study, of an exploratory and analytical nature, in addition to being quantitative, with collection of data from the Information Technology Department of the Unified Health System (DATASUS) between the years 2014-2024. Results: In the state of Pará, from 2014 to July/2024, 80,139 cases of dengue were confirmed. The highest absolute number of cases per year was in the year 2024 until July, with 18905 (23.6%). Regarding the distribution of cases in the state of Pará by health regions, the Carajás region was the one with the highest incidence of cases with 14,487, corresponding to 18.3% of the total. Specifically in relation to the municipalities in the southeast region of Pará, Conceição do Araguaia presented 2399 cases (21.4%). Conclusion: We concluded that there was a significant increase in dengue cases in Pará, especially between 2022 and 2024, with a greater impact on women and those aged 20 to 39 years. The Carajás region stood out for its high incidence of cases, indicating the need for specific interventions and reinforcement of disease control strategies in the state.

Article Details

How to Cite
CostaK. A., NunesA. L. S., SáL. C., & SantosA. C. D. dos. (2025). Dengue fever in the state of Pará: a temporal analysis and spatial distribution, from 2014 to 2024. Revista Eletrônica Acervo Médico, 25, e19141. https://doi.org/10.25248/reamed.e19141.2025
Section
Artigos Originais

References

1. ANVISA. ANVISA aprova nova vacina contra a dengue. 16 mar 2023. Disponível em: https ://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2023/anvisa-aprova-nova-vacina-paraadengue Acesso em: 26 mar 2024.

2. APOLINÁRIO GFM, et al. Aspectos gerais e avanços no tratamento da dengue. 2022.

3. BARBOSA JR, et al. Avaliação da qualidade dos dados, valor preditivo positivo, oportunidade e representatividade do sistema de vigilância epidemiológica da dengue no Brasil, 2005 a 2009. Epidemiol Serv Saude. 2015; 24(1): 49-58.

4. BRASIL. Ministério da Saúde anuncia Dia D Nacional para combater a dengue [Internet]. [cited 2024Mar28]. Available from: https ://www.gov.br/saude/pt- br/assuntos/noticias/2024/fevereiro/ministerio-da-saude-anuncia-dia-d-nacional-para-combater-adengue#:~:text=O%20Brasil%20tem%20aprese ntado%2C %20em,estrat%C3%A9gicas%20de%20preven%C3%A7%C3% A3o%20e%20cuidado.

5. BRASIL. Ministério da Saúde. Monitoramento dos casos de arboviroses urbanas causados por vírus transmitidos pelo mosquito Aedes (dengue, chikungunya e zika), semanas epidemiológicas 1 a 7, 2022.
Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2022. Disponível em: http ://plataforma.saude.gov.br/anomalias-congenitas/boletim-epidemiologico-SVS-07- 2022.pdf. Acesso em: 08 de ago 2024.

6. CASTRO AA, et al. A distribuição espacial das arboviroses e dos seus determinantes socioambientais: o caso de Boa Vista, Roraima (2010- 2019). 2021.

7. CHAVES EC, et al. Condições de vida populacional e incidência de dengue no estado do Pará, Brasil. Pará Research Medical Journal, 2018; 2(1-4): 1-9.

8. CHEN HR, et al. Dengue virus non-structural protein 1: a pathogenic factor, therapeutic target, and vaccine candidate. J Biomed Sci. 2018; 25: 1-11.

9. DE ALMEIDA TG e JÚNIOR, et al. Regionais de saúde e os casos de dengue no mato grosso: a chuva como principal fator para a proliferação do aedes aegypti. Revista Ciência Geográfica, 2022; 26(1): 437-453.

10. DE BARROS AJ, et al. Uma revisão sobre o vírus da dengue e seus vetores. Research, Society and Development, 2021; 10(10): 289101018733-289101018733.

11. DE OLIVEIRA DV, et al. Aspectos clínicos e laboratoriais da co-infecção de dengue e covid-19: suas correlações e medidas de prevenção. Braz J Dev. 2021; 7(12): 121484-504.

12. DE SOUZA FERNANDES CO, et al. ARBOVIROSES EMERGENTES E REEMERGENTES NO BRASIL: DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(8): 5036-5048.

13. DIAS RIR, et al. Impacto das medidas de prevenção e promoção da saúde na epidemiologia da dengue no brasil: uma revisão sistemática. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(3): 1069-1078.

14. DINIZ FILHO MJN. Diferenças clínico-epidemiológicas dos óbitos por dengue entre as regiões do Brasil. 2023.

15. DUARTE MI, et al. Doenças infecciosas: visão integrada da patologia, da clínica e dos mecanismos patogênicos. Porto Alegre: Artmed Editora; 2024.

16. FERNANDES J, et al. Rio de Janeiro: SciELO-Editora FIOCRUZ, 2021.

17. FERNANDES LA e GOMES MMF. Análise dos dados do SINAN sobre dengue nos municípios da Área Metropolitana de Brasília (AMB). Brazilian Journal of Health Review, 2018; 1(2): 314-322.

18. FLORENZANO BM, et al. Análise comparativa do perfil epidemiológico dos casos de dengue no Brasil durante o primeiro trimestre dos anos de 2023 e 2024: um estudo ecológico. Braz J Implantol Health Sci. 2024; 6(8): 1459-70.

19. GONÇALVES CWB, et al. Estudo epidemiológico da dengue em um estado do norte do Brasil. Amazônia: Science & Health, 2020; 8(3): 83-90.

20. GUEDES DAMO e ROCHA BAM. Perfil epidemiológico dos casos de dengue notificados em Ceres -Goiás, de 2014 a 2015. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção, Santa Cruz do Sul, 2019; 9(2).

21. HALSTEAD SB. Dengue antibody‐dependent enhancement: knowns and unknowns. In: Crowe JE, Jr., Dye JM, editors. Antibodies for infectious diseases. Washington (DC): ASM Press, 2015; 249-71.

22. HARAPAN H, et al. Dengue: a minireview. Viruses. 2020; 12(8): 829.

23. IBGE. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Brasileiro de 2022. Rio de Janeiro: IBGE, 2022.

24. JUNIOR JBS, et al. Epidemiology and costs of dengue in Brazil: a systematic literature review. International Journal of Infectious Diseases, 2022; 122: 521-528.

25. KOK BH, et al. Dengue virus infection–a review of pathogenesis, vaccines, diagnosis and therapy. Virus Res. 2023; 324: 199018.

26. KULARATNE SA e DALUGAMA C. Dengue infection: global importance, immunopathology and management. Clin Med. 2022; 22(1): 9.

27. LETTRY TCRN, et al. Perfil epidemiológico de dengue em senador canedo-goiás, brasil. Revista Uningá, 2021; 58: UJ3722-UJ3722.

28. MARQUES AB, et al. Dengue-perspectivas atuais e desafios futuros. Braz J Health Rev. 2024; 7(1): 6765-73.

29. MENEZES AMF, et al. Perfil epidemiológico da dengue no Brasil entre os anos de 2010 à 2019/Epidemiological profile of dengue in Brazil between 2010 and 2019. Braz J Health Rev. 2021; 4(3): 13047-58.

30. MURUGESAN A e MANOHARAN M. Dengue virus. In: Ennaji MM, editor. Emerging and reemerging viral pathogens. Academic Press, 2020; 281-359.

31. SANTOS SA, et al. Análise da variabilidade genética de mosquitos das espécies Aedes aegypti e Aedes albopictus no município de São Lourenço da Mata: uma área composta por diferentes estratos ambientais e variações nos fatores ecológicos [dissertation]. [Recife]: Universidade Federal de Pernambuco, 2017.

32. SEIXAS JB, et al. Atualização clínica sobre diagnóstico, tratamento e prevenção da dengue. Acta Med Port. 2024; 37(2): 126-35.

33. SIERRA BC e KOURÍ G, et al. Race: A risk factor for dengue hemorrhagic fever. Archives of virology, 2007; 152(3): 533- 542. doi: 10.1007/s00705-006-0869.

34. SOUZA CL, et al. Dengue: aspectos epidemiológicos de um surto ocorrido em Barra da Estiva, Bahia, Brasil, em 2014. Revista Baiana Saúde Pública, 2018; 41(4): 981-993.

35. TONIN DG, et al. Perfil epidemiológico da dengue na região sul entre 2017 e 2024. Revista Ciência & Humanização do Hospital de Clínicas de Passo Fundo, 2023; 3(2): 73-92.

36. WHO. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Dengue: guidelines for diagnosis, treatment, prevention and control. Geneva: WHO, 2009.