Resumo
Objetivo: Elucidar a abordagem diagnóstica e terapêutica do paciente com Endocardite Infecciosa (EI), a fim de auxiliar na divulgação científica do tema para ratificar a importância da discussão do assunto. Revisão bibliográfica: A EI afeta o endocárdio, a camada mais interna do coração, e diante disto, ocorre lesão endotelial inflamatória com e sem danos vasculares, a depender do caso. Os agentes infecciosos responsáveis por causar a EI advêm, principalmente, da cavidade oral. Ademais, o diagnóstico é feito por meio dos critérios de Duke modificados, os quais são divididos em critérios maiores e menores. O tratamento baseia-se em antibioticoterapia e cirurgia, mas ainda há desafios neste manejo, visto que a decisão da terapia deve ser individualizada para cada caso e o momento para realização da cirurgia é uma problemática. Considerações finais: A EI precisa de atenção especial para evitar prejuízos funcionais aos pacientes e para encontrar a melhor terapêutica para cada um deles. E também, a cirurgia apresenta uma taxa de mortalidade menor em relação à antibioticoterapia. Embora, esta seja mais utilizada.
