Google Académico | Citações: 958 | índice h: 12 | índice i10: 19
Polifarmacia y población anciana en Atención Primaria de Salud: una revisión de la literatura
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Polifarmacia
Anciano
Atención primaria de salud
Factores de riesgo

Cómo citar

Polifarmacia y población anciana en Atención Primaria de Salud: una revisión de la literatura. (2022). Revista Eletrônica Acervo Médico, 3, e9777. https://doi.org/10.25248/reamed.e9777.2022

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Identificar los principales riesgos derivados de la polimedicación en la población anciana atendida por lay Atención Primaria de Salud el perfil de polifarmacia relacionado. Métodos: El enfoque metodológico de este trabajo se basa en una compilación de investigación bibliográfica de abordaje cualitativo y descriptivo mediante una revisión integradora de la literatura en las bases de datos National Library of Medicine, Biblioteca Virtual en Salud y Directory of Open Access Journals. Los descriptores utilizados fueron "Polifarmacia", "Envejecimiento", "Atención Primaria" y "Factores de riesgo". Los criterios de inclusión fueron artículo de revista, ensayo clínico, ensayos clínicos, aleatorizados o no aleatorizados, estudios de casos y controles, estudio de cohortes, acceso abierto, publicados en inglés, portugués, español, en el intervalo de 2017 a 2022 y rango de edad superior a 65 años. Resultados: El perfil de polifarmacia predominante fue de cinco o más medicamentos simultáneos. Los riesgos asociados a la polimedicación aumentan en un 56% con cinco fármacos y en un 82% con siete as más, predominando el riesgo de una prescripción potencialmente inapropiada. Consideraciones finales: Los riesgos de la polifarmacia aumentan gradualmente a medida que se añaden más medicamentos, exponiendo a los ancianos a muchos efectos nocivos que aumentan la mortalidad y sobrecargan los servicios sanitarios.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

AKGÜN KM, et al. Polypharmacy aumenta o risco de dispneia entre adultos com doenças graves e que limitam a vida. Journal of Hospice & Paliative Care, 2020; 37(4): 278-285

ANDRADE NO, et al. Polimedicação em adultos e idosos cadastrados na Estratégia Saúde da Família: associação com fatores sociodemográficos, estilo de vida, rede de apoio social e saúde. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 2020; 15(42): 2462-2462.

CARVALHO MFC, et al. Polifarmácia entre idosos do Município de São Paulo - Estudo SABE. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2012; 15(4) 817-827.

FARIAS AD, et al. Prescrição de medicamentos potencialmente inapropriados para idosos: um estudo na Atenção Primária à Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26(5):1781-1792.

GOMES D, et al. Gestão diária de medicamentos e adesão aos idosos polimedicados: um estudo transversal em Portugal. Int. Res. Saúde Pública, 2020; 17(1): 200.

JUNGO KT, et al. 'Otimizando a Farmacoterapia No idoso multimorbido no Care primário' (OPTICA) para melhorar a adequação da medicação: protocolo de estudo de um ensaio controlado randomizado de cluster. BMJ Open, 2019; 9(9): 031-080.

LIM R, et al. Redução da deterioração induzida por medicamentos e reações adversas (ReMInDAR): protocolo de estudo para um ensaio controlado randomizado em instalações residenciais de idosos que avaliam a fragilidade como resultado primário. BMJ Open, 2020; 10(4): 032-851.

LOPEZ-RODRIGUEZ JÁ, et al. Prescrições potencialmente inadequadas de acordo com critérios explícitos e implícitos em pacientes com multimorbidade e polifarmácia. MULTIPAP: Estudo transversal. PloS One, 2020; 15(8): 237-186.

MAHER RL et al. Consequências clínicas da polifarmácia em idosos. Especialist opin Drug Saf, 2014;13(1):57–65.

MASUMOTO S, et al. Medicamentos potencialmente inadequados com polifarmácia aumentam o risco de quedas em pacientes japoneses mais velhos: estudo prospectivo de coorte de 1 ano. Geriatria & Gerontologia Internacional, 2018;18(7):1064-1070.

NASCIMENTO RCRM, et al. Polifarmácia: uma realidade na atenção primária do Sistema Único de Saúde. Rev Saude Publica, 2017; 51(1) Supl 2:19s.

OLIVEIRA LPBA, SANTOS SMAA. Uma revisão integrativa sobre o uso de medicamentos por idosos na atenção primária à saúde", Dissertação (Pós-Graduação em Enfermagem)- Universidade Federal de Santa Catarina, 2015. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2016; 50(1): 163-174

OLIVEIRA PC, et al. Prevalência e Fatores Associados à Polifarmácia em Idosos Atendidos na Atenção Primária à Saúde em Belo Horizonte-MG, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26(4):1553-1564.

OLIVEIRA PRC, et al. Fatores associados à fragilidade em idosos acompanhados na Atenção Primária à Saúde. Escola Anna Nery, 2021; 25(4): 2020-0355.

PICCOLIORI G, et al. Epidemiology and associated factors of polypharmacy in older patients in primary care: a northern Italian cross-sectional study BMC Geriatrics, 2021; 21(1): 197.

PEREIRA KG, et al. Polifarmácia em idosos: um estudo de base populacional. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2017; 20(2): 335-344.

PRADOS-TORRES A, et al. Efetividade de uma intervenção para melhorar a prescrição de medicamentos em pacientes da atenção primária com multimorbidade e polifarmácia: protocolo de estudo de um ensaio clínico randomizado de cluster (projeto Multi-PAP). Ciência da implementação: IS, 2017; 12(1): 54.

ROGERO-BLANCO E, et al. Interações medicamentosas detectadas por um sistema de prescrição assistida por computador em pacientes de atenção primária na Espanha: estudo MULTIPAP. Eur J Gen Pract, 2021; 27(1):90-96.

SALES AS, et al. Perfil farmacoterapêutico e fatores associados à polifarmácia entre idosos de Aiquara, Bahia, em 2014. Dissertação (Mestrado em Enfermagem e Saúde) - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Rev. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2017; 26(1):121-132.

SANTOS GARCIA T, et al. Medicamentos potencialmente inadequados para idosos em uma unidade básica de saúde no sul do Brasil. Int J Clin Pharm, 2020; 42(3): 911-922.

SECOLI SR. Polifarmácia: interações e reações adversas no uso de medicamentos por idosos. Revista Brasileira de Enfermagem, 2010; 63(1): 136-140.

SELL R, SCHAEFER M. Prevalence and risk factors of drug related problems identifed in pharmacy based medication reviews International Journal of Clinical Pharmacy, 2020; 42(2): 588-597.

THORELL K, et al. Uso de medicamentos potencialmente inadequados e polifarmácia em idosos: um estudo transversal repetido. BMC Geriatria, 2020; 20(1): 73.

TRONCOSO-MARIÑO A, et al. Problemas relacionados com medicamentos em idosos na Catalunha: Um estudo de dados do mundo real. Farmacoepidemiologia e Segurança de Drogas, 2021; 30(2): 220-228.

VATCHARAVONGVAN P, PUTTAWANCHAI V. Pacientes idosos na atenção primária ainda correm o risco de receber medicamentos potencialmente inadequados. Journal of Primary Care & Community Health, 2021; 12(1): 21501327-2110350.