Google Scholar | Citations: 958 | h-index: 12 i10-index: 19
The importance of lifestyle changes in patients with non-communicable chronic diseases: a literature review
Imagem licenciada por Canva.com
PDF (Portuguese (Brazil))

Keywords

Sedentary behavior
Diabetes mellitus
Primary health care

How to Cite

The importance of lifestyle changes in patients with non-communicable chronic diseases: a literature review. (2022). Revista Eletrônica Acervo Médico, 12, e10359. https://doi.org/10.25248/reamed.e10359.2022

Copyright © | All rights reserved.

The journal holds the exclusive copyright for the publication of this article under the terms of Brazilian law 9610/98.

Partial reproduction
The use of parts of the texts, figures and questionnaire of the article is free, being mandatory the citation of the authors and journal.

Total reproduction
It is expressly prohibited and must be authorized by the journal.

Abstract

Objective: To analyze the pattern of physical activities involved in chronic pathologies, relating it to age.  Methods: The approach proposes a compilation of bibliographic research with a qualitative approach and descriptive character through an integrative literature review in the National Library of Medicine, Virtual Health Library and Directory of Open Access Journals databases. The descriptors used were “sedentary behavior”, “diabetes mellitus” and “primary health care”.  Inclusion criteria were randomized or non-randomized clinical trials, case-control studies, cohort study, free access, published in English, Portuguese, Spanish and between 2012 and 2022. Results: The nineteen selected articles were evaluated. the results and constructed a comparative table, which is composed by the number of individuals approached in the studies, year of publication, main pathologies in which they receive as treatment the practice of physical activity, relating to the age group. Final considerations: Thus, type 2 diabetes mellitus has been observed as the main pathology used as a modifying factor for physical activity, in addition to increasing the level of physical activity being indicated as well as reducing and interrupting sedentary behavior among the age group from 18 to 80 years old.

PDF (Portuguese (Brazil))

References

ALGHAFRI TS, et al. Correlatos de atividade física e tempo sentado em adultos com diabetes tipo 2 atendidos na atenção primária à saúde em Omã. BMC Public Health, 2017; 18(1): 85.

BAILEY DP, et al. Um estudo de viabilidade controlado randomizado da intervenção REgulate your SItting Time (RESIT) para reduzir o tempo sentado em indivíduos com diabetes tipo 2: protocolo do estudo. Piloto Viabilidade Stud, 2021; 76.

BIDDLE GJH, et al. Diferenças na atividade física medida objetivamente e comportamento sedentário entre europeus brancos e sul-asiáticos recrutados na atenção primária: análise transversal do estudo PROPELS. BMC Public Health, 2019; 19(1): 95.

BONN SE, et al. App-tecnologia para aumentar a atividade física entre pacientes com diabetes tipo 2 - o estudo DiaCert, um estudo controlado randomizado. BMC Saúde Pública, 2018; 18(1): 119.

CAVALINI LT, CHOR D. Inquérito sobre hipertensão arterial e déficit cognitivo em idosos de um serviço de geriatria. Rev bras epidemiol, 2003; 6(1): 7–17.

COELHO CF, BURINI RC. Atividade física para prevenção e tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade. Rev Nutr, 2009; 22(6): 937–946.

DAVIES MJ, et al. Um programa de prevenção primária baseado na comunidade para diabetes mellitus tipo 2 integrando identificação e intervenção no estilo de vida para prevenção: um estudo controlado randomizado em cluster. Bolsas do Programa para Pesquisa Aplicada, 2017; 5(2).

DAVY BM, et al. Resistir ao diabetes: Um ensaio clínico randomizado para manutenção do treinamento de resistência em adultos com pré-diabetes. PLoS One, 2017; 12(2): e0172610.

DOMINGUES JG, et al. Doenças crônicas não transmissíveis em profissionais de enfermagem de um hospital filantrópico no Sul do Brasil. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2019; 28(2).

DUNKLEY AJ, et al. Triagem para intolerância à glicose e desenvolvimento de um programa de educação de estilo de vida para prevenção de diabetes tipo 2 em uma população com deficiência intelectual: o projeto de pesquisa STOP Diabetes. Bolsas do Programa para Pesquisa Aplicada, 2017; 5(11).

DUVIVIER BMFM, et al. Quebrando sessão com atividades leves vs exercício estruturado: um estudo cruzado randomizado demonstrando benefícios para o controle glicêmico e sensibilidade à insulina no diabetes tipo 2. Diabetologia, 2017; 60(3): 490–498.

HEIJDEN MM, et al. Testando a eficácia de uma intervenção de exercício baseado em autoeficácia para pessoas inativas com diabetes mellitus tipo 2: desenho de um ensaio clínico controlado. BMC Public Health, 2012; 12(1): 331.

HENSON J, et al. Associações de comportamento sedentário medido objetivamente e atividade física com marcadores de saúde cardiometabólica. Diabetologia, 2013a; 56(5): 1012–1020.

HENSON J, et al. Comportamentos físicos e cronotipo em pessoas com diabetes tipo 2. BMJ Open Diabetes Res Care, 2020; 8(1): e001375.

HENSON J, et al. Tempo sedentário e marcadores de inflamação crônica de baixo grau em uma população de alto risco. PLoS ONE, 2013b; 8(10): e78350.

LEMES IR, et al. Comportamento sedentário está associado ao diabetes mellitus em adultos: achados de uma análise transversal do Sistema Único de Saúde. Journal of Public Health, 2019; 41(4): 742–749.

LUCERTINI F, et al. Treinamento aeróbico supervisionado descontinuamente versus promoção de atividade física no autogerenciamento do diabetes tipo 2 em pacientes italianos idosos: desenho e métodos do estudo controlado randomizado 'TRIPL-A'. BMC Geriatr, 2019; 19(1): 11.

MCPHERSON S, et al. O aumento do risco cardiovascular e a redução da qualidade de vida são altamente prevalentes entre indivíduos com hepatite C. BMJ Open Gastroenterol, 2020; 7(1): e000470.

MUI LWH, et al. Um ECR para avaliar um conselheiro telefônico totalmente automatizado e culturalmente adaptado para aumentar a atividade física entre indivíduos fisicamente inativos na China. BMC Public Health, 2018; 18: 785.

NICOLUCCI A, et al. Efeito de uma intervenção comportamental para adoção e manutenção de um estilo de vida fisicamente ativo no bem-estar psicológico e qualidade de vida em pacientes com diabetes tipo 2: o ensaio clínico randomizado IDES_2. Sports Med, 2022; 52(3): 643–654.

PEACOCK OJ, et al. Efeito do novo feedback de atividade física multidimensional habilitado por tecnologia em pacientes de cuidados primários em risco de doença crônica – o estudo MIPACT: um estudo controlado randomizado. International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity. 2020; 17(1): 99.

POPPE L, et al. Eficácia de uma intervenção de saúde eletrônica e móvel baseada em autorregulação visando um estilo de vida ativo em adultos com diabetes tipo 2 e em adultos com 50 anos ou mais: dois ensaios controlados randomizados. J Med Internet Res, 2019; 21(8): e13363.

RAYMUNDO ACN, PIERIN AMG. Adesão ao tratamento de hipertensão em um programa de gestão de doenças crônicas: estudo longitudinal retrospectivo. Rev esc enferm USP, 2014; 48: 811–819.

SCHERER R, et al. Estado nutricional e prevalência de doenças crônicas em idosos de um município do interior do Rio Grande do Sul. Rev bras geriatr gerontol, 2013; 16: 769–779.

VERAS RP. Gerenciamento de doença crônica: equívoco para o grupo etário dos idosos. Rev Saúde Pública, 2012; 46(6): 929–934.