Resumen
Objetivo: Identificar los principales riesgos derivados de la polimedicación en la población anciana atendida por lay Atención Primaria de Salud el perfil de polifarmacia relacionado. Métodos: El enfoque metodológico de este trabajo se basa en una compilación de investigación bibliográfica de abordaje cualitativo y descriptivo mediante una revisión integradora de la literatura en las bases de datos National Library of Medicine, Biblioteca Virtual en Salud y Directory of Open Access Journals. Los descriptores utilizados fueron "Polifarmacia", "Envejecimiento", "Atención Primaria" y "Factores de riesgo". Los criterios de inclusión fueron artículo de revista, ensayo clínico, ensayos clínicos, aleatorizados o no aleatorizados, estudios de casos y controles, estudio de cohortes, acceso abierto, publicados en inglés, portugués, español, en el intervalo de 2017 a 2022 y rango de edad superior a 65 años. Resultados: El perfil de polifarmacia predominante fue de cinco o más medicamentos simultáneos. Los riesgos asociados a la polimedicación aumentan en un 56% con cinco fármacos y en un 82% con siete as más, predominando el riesgo de una prescripción potencialmente inapropiada. Consideraciones finales: Los riesgos de la polifarmacia aumentan gradualmente a medida que se añaden más medicamentos, exponiendo a los ancianos a muchos efectos nocivos que aumentan la mortalidad y sobrecargan los servicios sanitarios.
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