Resumen
Objetivo: Analizar la responsabilidad penal de los pacientes psiquiátricos, a fin de decidir si y cuándo los individuos pueden ser considerados inimputables, mediante la evaluación del médico psiquiatra forense y el juicio del juez de la causa. Métodos: El enfoque metodológico de este trabajo propone una recopilación de investigaciones bibliográficas con enfoque cualitativo y carácter descriptivo a través de una revisión integrativa de la literatura en las bases de datos de la Biblioteca Nacional de Medicina y la Biblioteca Virtual en Salud. Los descriptores utilizados fueron “psiquiátrico forense”, “Diagnóstico” y “Responsabilidad Penal”. Los criterios de inclusión fueron artículos de artículos de revistas, ensayos clínicos, ensayos clínicos, aleatorizados o no aleatorizados, estudios de casos y controles, estudio de cohortes, acceso libre, publicados en inglés, portugués, español, entre 2012 y 2022. Resultados: Los principales trastornos psiquiátricos citados fueron esquizofrenia, retraso mental, parafilia y cleptomanía. En todos los casos se analizó el estado mental de cada uno de ellos durante el acto ilícito, y no bastaba con que se les diagnosticara alguna enfermedad. Consideraciones finales: Así, es fundamental que los pacientes diagnosticados con algún trastorno mental sean evaluados por el psiquiatra forense y sean juzgados de la forma adecuada a su condición, y no pueden ser iguales a otros ciudadanos considerados mentalmente sanos.
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