Resumen
Objetivo: Describir las características predominantes y métodos diagnósticos de algunas cardiopatías congénitas, entre ellas: Estenosis Aórtica (EA), Anomalía de Ebstein (AE), Comunicación Interauricular (CIA) y Tetralogía de Fallot (TF). Revision bibliográfica: Las cardiopatías congénitas se definen por la presencia de alteraciones estructurales y funcionales en el corazón, existentes desde el nacimiento y originadas en el desarrollo embrionario. Estos se clasifican en cianóticos y acianóticos, en los que la presencia o ausencia de cianosis apunta a otras manifestaciones clínicas propias de cada subgrupo. Dado que en el caso acianótico el paciente comprometido presenta disnea, tos y expectoración, en el caso cianótico se suele observar un absceso cerebral. Consideraciones finales: El diagnóstico precoz, a veces realizado en el período prenatal y mediante ultrasonografía fetal, se vuelve fundamental para una mejor calidad de vida y minimización de daños en los individuos que presentan este grupo patológico. Ya que el procedimiento quirúrgico o la intervención clínica en los pacientes afectados por esta anomalía generalmente debe realizarse en el primer año de vida. Las principales complicaciones se presentan en la ineficiencia de la circulación sanguínea corporal, alteraciones pulmonares, inapetencia y policitemia, por lo que es necesario realizar un correcto diagnóstico y medidas terapéuticas para obtener un mejor pronóstico.
Referencias
ARRUDA JO, et al. Diagnóstico ocasional de cisto ovariano durante procedimento de oclusão percutânea de comunicação interatrial, Journal of trascatheter interventions, 2020; 28: eA20200023.
BARRETO DA, et al. Perfil clínico-epidemiológico de crianças portadoras de cardiopatias congênitas submetidas à correção cirurgia em serviço de referência no estado de Alagoas. Caderno de graduação ciências biológicas e da saúde, 2020; 6(1): 99-108.
CHANDLER CL e JUNIOR MA. Atendimento odontológico hospitalar de paciente pediátrico com tetralogia de Fallot: relato de caso. Rev Gaúch. Odontol., 2022; 70.
CONCEIÇÃO AM e MELO YA. O papel da fisioterapia no tratamento de recém-nascidos portadores de cardiopatias congênitas, mostra científica da faculdade estácio de Vitória-FESV, 2021; 323-334.
DIAS DA COSTA M. Embolia paradoxal na anomalia de Ebstein, Faculdade de medicina Lisboa, Abril 2019.
FOLONI BI, et al. Estenose aórtica e risco cardiovascular em pacientes portadores de hipercolesterolemia familiar homozigótica: Uma revisão de escopo, Research, society and development, 2022; e62111436042.
FREIRE BA, et al. Estenose aórtica supravalvar-uma revisão de literatura, Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, 2022; 9198-9207.
GERMÁN AN e MARTEL JO. Anomalía de Ebstein en un paciente con síndrome deDown: Reporte de un caso, Revista de la facultad de medicina de la UNAM, 2019.
KHANNA SA e BUSTAMANTE SE. Ebstein anomaly and left ventricular outflow tract obstruction, Revista Colombiana de anestesiología, 2019; 47(4): 243-244.
LIMA DE PARAIZO L. Caracterização de recém-nascidos com cardiopatias congênitas internados na unidade de terapia intensiva neonatal do hospital universitário da grande dourados, Hospital universitário da universidade federal da grande dourados-HU/UFGD-Plataforma Brasil, 2022.
MICHILOT DI, et al. Válvula tricúspide displásica (Ebstein-like), Revista colombiana de cardiología, 2020; 27(4): 303-306.
MORAIS LE, et al. O implante da valva aórtica trascateter no tratamento da estenose aórtica: perspectiva e desafios, Brazilian Journal of Health Review, 2021; 4051-4065.
MOREIRA ÈR, et al. Anestesia para correção de cardiopatia cianótica congênita complexa em lactantes com hipertensão arterial pulmonar pós-COVID-19: relato de caso clínico, Brazilian Journal of Health Review, 2022; 14137-14143.
NASCIMENTO BR, et al. Tratamento da estenose aórtica do idoso no Brasil: Até quando podemos esperar?, Arquivos Brasileiros de cardiologia, 2020; 114(2): 313-318.
PÍREZ CA, et al. Hospitalizaciones por cardiopatías congénitas en la Unidad de Cardiología Pediátrica del centro hospitalario Pereira Rossell, Archivos de pediatría del Uruguay, 2021; 92(2).
RÊGO CA e PINHO CL. Força muscular em crianças e adolescentes hospitalizados com cardiopatia congênita, Artículo original- nutrición clínica dietética hospitalaria, 2020; 40(4): 70-76.
RODRIGUES AL, et al.Embolização de prótese de amplatzer após fechamento percutâneo de comunicação interatrial: Relato de caso, Revista sociedade brasileira de cardiologia, 2021; 34(2): eabc135.
ROSANELI Al, et al. Protocolo de cuidados ao neonato com cardiopatia congênita hospitalizado, Brazilian Journal of development, 2023; 9(9): 25710–25726.
SILVA AN, et al. Cardiopatia congênita cianótica em recém nascidos: revisão de literatura, Saúde batatais 2018; 93-107.
SOUZA JO, et al. Diagnóstico precoce das cardiopatias congênitas: uma revisão integrativa, Journal of management & primary health care, 2018; 9: e10.
SCHUNK RES, et al. Anomalia de Ebstein: um estudo de caso, Revista eletrônica Acervo científico, 2021; 34: e8616.
VARMA AS, et al. Clinical presentation of cyanotic congenital heart diseases in the pediatric population, Journal of Datta Meghe Institute of Medical Sciences University, janeiro- março 2020.
WARNES CA, et al. It's not a tumor: Cyanotic heart disease presenting as a brain mass, journals- american college of cardiology, 2019.
ZENG JU e WEI WE. Manejo anestésico de paciente com cianose grave após estenose de valva bioprotética, Revista Brasileira de Anestesiologia, 2019; 69(2): 211-
