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Uma abordagem geral das vulvovaginites: candidíase vulvovaginal e vaginose bacteriana
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Palavras-chave

Vaginose bacteriana
Vulvovaginite
Candidíase vulvovaginal

Como Citar

Uma abordagem geral das vulvovaginites: candidíase vulvovaginal e vaginose bacteriana. (2023). Revista Eletrônica Acervo Médico, 23(6), e13580. https://doi.org/10.25248/reamed.e13580.2023

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Resumo

Objetivo: Analisar as características da vaginose bacteriana (VB) e da candidíase vulvovaginal (CVV). Revisão bibliográfica: A VB é uma disbiose vaginal comum entre mulheres em idade reprodutiva que ocorre por uma mudança na composição da flora vaginal, com uma dramática depleção de lactobacilos devido a um supercrescimento significativo de anaeróbios obrigatórios ou facultativos que anteriormente eram uma minoria na vagina, principalmente a Gardnerella vaginalis. Já a CVV é a infecção fúngica mais comum da vulva e da vagina, afetando quase 75% das mulheres adultas durante sua vida. Os sinais clínicos são exemplificados por eritema vulvar, edema, escoriação e formação de fissuras, juntamente com eritema introital e vaginal. Um corrimento branco grumoso não fétido é sugestivo de CVV, mas é extremamente inespecífico. Considerações finais: As vulvovaginites representam a principal causa de corrimento vaginal patológico em mulheres em idade reprodutiva. A candidíase vulvovaginal possui como característica um corrimento com aspecto grumoso e branco, sem cheiro forte. Esta é tratada com antifúngicos tópicos como o clotrimazol e oral como o fluconazol. Já a vaginose bacteriana tem como característica um corrimento com mau cheiro e é tratada com antibióticos como o metronidazol e a clindamicina.

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