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Avaliação da prevalência, morbidade e mortalidade por anomalias cromossômicas no Sistema de Saúde Brasileiro no período de 2008 a 2024
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Palavras-chave

Anomalias Cromossômicas
Prevalência
Morbidade
Registros de Mortalidade
Brasil

Como Citar

Avaliação da prevalência, morbidade e mortalidade por anomalias cromossômicas no Sistema de Saúde Brasileiro no período de 2008 a 2024. (2026). Revista Eletrônica Acervo Médico, 26, e24596. https://doi.org/10.25248/reamed.e24596.2026

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Resumo

Objetivo: Traçar o panorama epidemiológico das anomalias cromossômicas no Brasil, considerando prevalência, morbidade e mortalidade entre 2008 e 2024. Métodos: Estudo quantitativo, ecológico, observacional e descritivo, baseado em dados secundários obtidos nas plataformas públicas DATASUS, SIH/SUS, SIM e IBGE. Foram analisados registros de internações, óbitos e estimativas populacionais relacionados às anomalias cromossômicas classificadas no capítulo XVII da CID-10. Calculou-se a prevalência, morbidade e mortalidade por região brasileira, com posterior representação gráfica dos resultados. Resultados: A região Sul apresentou as maiores taxas de prevalência (0,05%) e morbidade (0,047%), além da menor mortalidade (10,8%). Em contrapartida, a região Norte registrou a menor prevalência (0,03%) e morbidade (0,027%), porém a maior mortalidade (21,37%). Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste apresentaram valores intermediários, com oscilações importantes ao longo da série histórica, especialmente em 2020, período coincidente com a pandemia de COVID-19. A síndrome de Down foi a cromossomopatia mais prevalente, seguida pelas síndromes de Edwards, Klinefelter e Turner. Conclusão: As anomalias cromossômicas apresentaram distribuição heterogênea entre as regiões brasileiras. A maior mortalidade observada na região Norte, apesar dos menores índices de prevalência e morbidade, evidencia desigualdades regionais e reforça a necessidade de fortalecimento da vigilância epidemiológica, do diagnóstico precoce e da assistência especializada.

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