Resumo
Objetivo: Comparar as técnicas de histerectomias (vaginal e laparoscópica) quanto à superioridade de uma sobre a outra, baseado no número de internações, custo em valor total, taxa de mortalidade e óbitos. Métodos: Estudo transversal analítico utilizando dados epidemiológicos do Departamento de Informática do SUS (DATASUS) entre janeiro de 2010 e dezembro de 2015, no sudeste do Brasil. Dividiu-se pacientes em: Grupo 1: Histerectomia vaginal e Grupo 2: Histerectomia videolaparoscópica. Dados quantitativos com distribuição normal foram descritos com média, e erro do intervalo de confiança a 95% para a média ou com mediana e intervalo interquartílico para distribuição não normal. Análise estatística utilizou teste de Shapiro-Wilk, teste t de Student (diferença entre as médias) e teste de Wilcoxon não pareado (Mann-Whitney). Resultados: Variáveis óbito, mortalidade e média de permanência não evidenciaram diferença estatística, enquanto o custo total obteve distinção. O item internação não é relevante pois reflete apenas variações ao longo do ano. Conclusão: As médias de permanência, óbito e taxa de mortalidade não apresentaram diferença independentemente da cirurgia realizada, não sendo possível recomendar uma sobre a outra.
