Google Acadêmico | Citações: 958 | índice h: 12 | índice i10: 19
Mini lanterna UV como recurso diagnóstico de baixo custo em Dermatologia: relato de caso de tinea capitis por Microsporum canis
Imagem licenciada por Canva.com
PDF

Arquivos suplementares

Certificado

Palavras-chave

Tinha do couro cabeludo
Raios ultravioleta
Relatos de casos

Como Citar

Mini lanterna UV como recurso diagnóstico de baixo custo em Dermatologia: relato de caso de tinea capitis por Microsporum canis. (2022). Revista Eletrônica Acervo Médico, 14, e10495. https://doi.org/10.25248/reamed.e10495.2022

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Evidenciar a técnica semiótica luz de Wood (mini lanterna UV), uma técnica simples e de baixo custo, para a propedêutica instrumental no diagnóstico da tinea capitis por Microsporum canis. Detalhamento do caso: Menino de 10 anos com caso de tinha do couro cabeludo por Microsporum canis. Durante a consulta, foram observadas lesões circulares, descamativas e tonsurantes em região parietal no  couro cabeludo da criança, que mantinha contato próximo com cães e gatos. A técnica semiótica utilizada no atendimento foi a mini lanterna UV que evidenciou a fluorescência esverdeada típica de Microsporum canis. O tratamento foi iniciado apenas baseando-se nesse achado  e, posteriormente, o exame micológico confirmou a etiologia das lesões. Considerações finais: O diagnóstico de tinha muitas vezes passa despercebido, a menos que se pense nele e seja realizado o teste. Dessa forma, a lanterna UV é útil no diagnóstico da tinea capitis, sendo um método fácil e de baixo custo.

PDF

Referências

CARVALHO S, et al. Tinha do couro cabeludo: importância do tratamento atempado para prevenção da alopécia cicatricial. Nascer e Crescer, 2016; 25(3): 169-172.

GONZALO BM, et al. Luz de Wood en dermatología: una técnica imprescindible. PIEL Formación continuada en dermatología, 2014; 865: 1-8.

GUPTA L, SUMMERBELL RC. Tinea capitis. Medical Mycology, 2000; 38(4): 255–287.

GÜRTLER T, et al. Microepidemia de tinha do couro cabeludo por Microsporum canis em creche de Vitória-Espirito Santo (Brasil). Anais brasileiros de dermatologia, 2015; 80 (3): 267-272.

HAY RJ. Tinea Capitis: Current Status. Mycopathologia, 2017; 182: 87–93.

HIGGINS E, et al. Guidelines for the management of tinea capitis. British Journal of Dermatology, 2020; 143(1): 53-58.

MARQUES, SA, et al. Tinea capitis: epidemiologia e ecologia dos casos observados entre 1983 e 2003 na Faculdade de Medicina de Botucatu, Estado de São Paulo, Brasil. Anais brasileiros de dermatologia, 2005; 80 (6): 597-602.

PINHEIRO, AMC, et al. Dermoscopy findings in tinea capitis: case report and literature review. Anais Brasileiros de Dermatologia, 2012; 87 (2): 313-314.

SAKURAGI Y, et al. Increased circulating Th17 cell in a patient with tinea capitis caused by Microsporum canis. Allergology International, 2016; 65 (2): 215-216.

SAMPAIO SAP, RIVITTI EA. Dermatologia. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.

SAMPAIO SAP, RIVITTI EA. Dermatologia. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2018.

SILVA C, et al. Etiologia e epidemiologia da tinea capitis: relato de série de casos e revisão da literatura. RBAC, 2019; 51(1): 9-16.

VARGAS-NAVIA, N, et al. Tinea capitis en niños. Revista chilena de pediatría, 2020; 91 (5): 773-783, 2020.

YIN B. Microsporum canis infection in three familial cases with tinea capitis and tinea corporis. Mycopathologia, 2013; 176(3-4): 259-265.

ZAMPELLA JG, et al. Tinea in Tots: Cases and Literature Review of Oral Antifungal Treatment of Tinea Capitis in Children under 2 Years of Age. Jornal de pediatria, 2017; 183: 12.