Resumo
Objetivo: Descrever os aprendizados e experiências de um estágio em um Pronto Socorro, além do contato com o paciente que está em processo de senilidade e que possui diversas comorbidades, dando ênfase a doença arterial obstrutiva periférica. Relato de experiência: Baseado na visita em um Pronto Socorro, tendo sido desenvolvido um acompanhamento do paciente por 2 discentes do curso de medicina, supervisionado pelo médico plantonista. Tal atividade foi promovida pela Liga Acadêmica de Urgência e Emergência, a fim de promover o aperfeiçoamento teórico e prático das diversas comorbidades e do processo de senilidade do paciente. Considerações finais: O processo de senilidade implica em alterações de hábitos não só do paciente, mas também da família, uma vez que a progressão do mesmo promove limitações físicas, funcionais, emocionais e sociais. Essas limitações são ainda mais sérias em pacientes que possuem algumas morbidades associadas e hábitos de vida comprometedores, promovendo alterações na qualidade de vida do indivíduo. Por fim, torna-se imprescindível uma abordagem humanizada, ética e empática por parte da equipe de saúde para com o paciente e seus familiares, sendo fundamental para uma melhoria na qualidade da vida e um melhor entendimento sobre os pacientes portadores de doenças crônicas e do seu processo de senilidade.
Referências
ANDRADE LAS, et al. Elderly care in the emergency department: as integrative review. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2018; 21(2): 243-253.
CAMPAROTO ML. Doença arterial obstrutiva periférica: descrição de uma série de casos para profissionais da área médica. Revista De Saúde E Biologia, 2019; 14(1): 27-33.
COELHO AEC, et al. Abordagem geral da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): uma revisão narrativa. Revista Acervo Saúde, 2021; 1(1): e865.
CORRÊA MESH, et al. Livro de Atlas do 8º Congresso Ibero-Americano em Investigação qualitativa. 8ª ed. Portugal: Ludomedia, 2019; 871-880.
DINIZ JN e PIRES RCCP. Percepção da doença arterial obstrutiva periférica por pacientes classe I ou II de Fontaine de um Programa de Saúde da Família. Jornal Vascular Brasileiro, 2010; 9(3): 124-130.
GOULART D, et al. Tabagismo em idoso. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2010; 13(2): 313-320.
HAMPTON JR, et al. Relative contributions of history-taking, physical examination, and laboratory investigation to diagnosis and management of medical outpatients. British Medical Journal, 1975; 2: 486-489.
MAGALHÃES TR, et al. Doença arterial obstrutiva periférica: um estudo comparativo entre revascularizações abertas e endovasculares realizadas em caráter de urgência no sistema público do Brasil entre 2010 e 2020. Jornal Vascular Brasileiro, 2022; 21: e20220016.
MATTOS WLLD, et al. Acurácia do exame clínico no diagnóstico da DPOC. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2009; 35(5): 404-408.
MERAT DA, et al. Teorias do envelhecimento: esclarecimento da teoria genética e do erro catastrófico. Revista Científica Integrada, 2021; 5(2): 1-6.
NASCIMENTO MAG. Insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida: elaboração de protocolo de manejo clínico ambulatorial e emergencial para o hospital das clínicas da faculdade de medicina de Botucatu. Dissertação (Mestrado Profissional) – Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2021; 62p.
OLIVERA CT, et al. Percepções de Estudantes Universitários sobre a Realização de Atividades Extracurriculares na Graduação. Revista Psicologia: Ciência e Profissão, 2016; 36(4): 864-876.
RABAHI MF. Epidemiologia da DPOC: Enfrentando Desafios. Revista Pulmão RJ, 2013; 22(2): 4-8.
ROSHAN M e RAO AP. A study on relative contributions of the history, physical examination and investigations in making medical diagnosis. Journal of The Associationo of Physicians India, 2000; 48(8): 771-775.
SILVA GT e DUQUE MAA. Parâmetros associados à doença arterial obstrutiva periférica: revisão de literatura. Revista Periódico Científico do Núcleo de Biociências, 2020; 10(20): 75-90.
SOUZA DBG, et al. Influência comportamental do idoso frente ao processo de senescência e sensibilidade. Revista Brasileira Interdisciplinar de Saúde-ReBISC, 2021; 3(4): 85-90.
STEIN FCS, et al. Fatores prognósticos em pacientes idosos admitidos em unidade de terapia intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 2009; 21(3): 255-261.
SUEHARA LY, et al. Avaliação do envelhecimento facial relacionado ao tabagismo. Anais Brasileiros de Dermatologia, 2006; 81: 34-39.
TIENSOLI SD, et al. Características dos idosos atendidos em um pronto-socorro em decorrência de queda. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2019; 40: e20180285.
VILLAR NPG, et al. A importância da relação médico-paciente na abordagem às doenças crônicas não transmissíveis. Revista Eletrônica Acervo Científico, 2021; 27: e7103.
